Temporada estranha essa da minha vida. Eu queria, se pudesse, extender muitas coisas que vivi ano passado, que foi o melhor ano desde que me formei.
Na mesma medida que me tornei amarga, permaneci sonhadora, na mesma proporção em que me tornei fria e calculista, continuei enfrentando guerras.
Cá estou no meu mundinho turbulento, projetando muito e realizando pouco ... nossa, como eu envelheci e me cansei de verdade nos últimos seis meses, em todos os ambitos da minha vida. De fato, eu não tenho motivos pra sorrir, não ando reclamando disso, mas muito se perde. E o tempo está passando rápido,algumas respostas estão chegando e continuo a caminhar, sozinha, numa trilha que parece não ter fim, mas que sou obrigada a andar.
E não caminho sozinha a toa, não sou a melhor pessoa pra ninguém. Quando quis ser compreensiva e flexível, imaginando que estes seriam itens que a própria vida jogaria como empecilho para se compartilhar não foi recíproco. Não posso fazer nada, não tenho capacidade de mudar a cabeça de ninguém, e na verdade nem quero, nunca desejei articular a essência de um ser vivo racional e humano, mas sinto falta de humanos de verdade.
Fazendo mais do que posso, enxergando mais do que poderia, quase desistindo e jogando tudo para o alto ... e mesmo assim, cansada de uma luta com cara de perdida, continuo teimosa e persistente. Quem me roubou de mim?
Ás vezes eu acho que eu não existo. Mas isso passa.
terça-feira, 25 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Work out !
Já tem quase 1 mês que as coisas viraram literalmente de cabeça pra baixo na empresa. Coisas que eu aguardava, aconteceram. Outras que me intrigavam e me deixam sem paciência estão se concluindo.
O tempo que eu preciso pra mim está chegando. Tenho que ser paciente para espera-lo chegar, abraça-lo e gritar "até que enfim." Vou fazer com que meu cérebro respire e perceba que a minha decisão está tomada e que será melhor assim. Nada mais me prende, nada mais me convence de que ainda existe jeito de decolar em algo que não me permitem e mesmo assim, tem "gente" querendo me mostrar o impossível. Sinceramente, não tenho mais paciência para isso, não sou alguém que começou ontem.
Seguramente modesta, sei que não sou uma profissional de se jogar fora, mas nós devemos valorizar quem nos valoriza. Tem alguém me procurando por aí e este é o momento mais oportuno para me encontrar. Talvez eu tenha demorado (e muito) para chegar nessa conclusão, mas tive meus motivos. Agora não mais!
Quebrei diversos mitos, briguei como nunca tinha feito, discuti como não imaginava ser capaz, decolei em idéias e projetos que não passaram de ilusão ... coisas que foram em vão. A incógnita que cercava as minhas idéias já tem resposta e não é reversível.
Nem gasto mais com isso.
O tempo que eu preciso pra mim está chegando. Tenho que ser paciente para espera-lo chegar, abraça-lo e gritar "até que enfim." Vou fazer com que meu cérebro respire e perceba que a minha decisão está tomada e que será melhor assim. Nada mais me prende, nada mais me convence de que ainda existe jeito de decolar em algo que não me permitem e mesmo assim, tem "gente" querendo me mostrar o impossível. Sinceramente, não tenho mais paciência para isso, não sou alguém que começou ontem.
Seguramente modesta, sei que não sou uma profissional de se jogar fora, mas nós devemos valorizar quem nos valoriza. Tem alguém me procurando por aí e este é o momento mais oportuno para me encontrar. Talvez eu tenha demorado (e muito) para chegar nessa conclusão, mas tive meus motivos. Agora não mais!
Quebrei diversos mitos, briguei como nunca tinha feito, discuti como não imaginava ser capaz, decolei em idéias e projetos que não passaram de ilusão ... coisas que foram em vão. A incógnita que cercava as minhas idéias já tem resposta e não é reversível.
Nem gasto mais com isso.
Manuscritos II
Nos detalhes da vida cheia de contrários, alguém se inspira para transcrever. E alguém precisa cantar.
Pra você guardei o amor
Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Pra você guardei o amor
Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Manuscritos I
Meríssimos detalhes de uma vida recheada de contrários.
"Com o tempo a gente percebe, que às vezes o amor morre, a importância se desfaz e a amizade se perde. Com tempo a gente percebe que certas coisas que pareciam ser tão importantes, hoje já não fazem o mínimo sentido.
Hoje sou uma menina, nem a mais bonita, nem a mais feia, nem a mais popular, nem a mais simpática, nem a mais legal, nem a mais chata, nem a mais compreensiva, nem a mais metida, uma menina, apenas uma menina e posso ser leve como uma brisa e ou forte como uma ventania. Isso só depende de quando e como você me vê passar.
A vida é curta demais pra sempre reclamar, e não corro atrás dos sonhos que almejo.
Eu aprendi,que sou mais forte que imaginava e que posso ir mais longe depois de pensar que não podia mais, e que realmente a vida tem valor e eu tenho valor diante da vida.
Gasto mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Amor é amor, Amizade é amizade. Falsidade é inveja. Inveja é fruto da sua própria falta de competência!! Tem coisa pior do que esse amor trivial que ronda insensívelmente nosso ciclo de amigos? Pessoas que mal te conhecem, te chamam de querida(o) e não economizam em dizer que te amam (o tempo todo!). Sem trégua, sem pensar no que estão dizendo e sem nem ao menos SENTIR o que é o amor.... Amor é algo muito maior do que isso, é algo que se constrói com o tempo, através de atitudes que incluem carinho, afeto, AMIZADE, conforto e apoio.
Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz.
E falar é completamente fácil,quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião. Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer. Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros. Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso. Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma. Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o bolo sola, o pneu fura, chove demais. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que chegamos a pensar que acabou. Normal. Todos nós devemos transformar tudo em uma boa experiência, para que se aprenda com seus próprios erros.
E muitas da vezes é preciso perder para dar valor, é preciso chorar para aprender a amar, é preciso confiar para se entregar e ainda assim a grande verdade é que, é preciso ouvir para nunca gritar! Todos irão sofrer um dia, para saber o verdadeiro sentido da felicidade ! Muitas vezes deixamos de lutar pelo que realmente queremos pelo simples fato de não querer ouvir um não! Errar é humano, perdoar é preciso! E correr atrás daquilo que realmente queremos é uma obrigação nossa!
Sabemos como é a vida, num dia dá tudo certo e no outro as coisas já não são tão perfeitas assim: altos e baixos fazem parte da construção do nosso carater; afinal, cada momento, cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio, uma oportunidade única de aprender, de se tornar uma pessoa melhor só depende de nós, das nossas escolhas...não sei se estou perto ou longe de mais, se peguei o rumo certo ou errado, sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente... jah não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E mesmo que tudo não ande da forma como eu gostaria; saber que já não sou a mesma de ontem; me fez perceber que tudo vale a pena."
"Encostei-me a ti, sabendo bem que eras somente onda.
Sabendo bem que eras nuvem, depus a minha vida em ti.
Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil,
fiquei sem poder chorar, quando caí."
C.M.
Na boa? Pelo bem ou pelo mal, Recolha-se a sua mediocridade!
"Com o tempo a gente percebe, que às vezes o amor morre, a importância se desfaz e a amizade se perde. Com tempo a gente percebe que certas coisas que pareciam ser tão importantes, hoje já não fazem o mínimo sentido.
Hoje sou uma menina, nem a mais bonita, nem a mais feia, nem a mais popular, nem a mais simpática, nem a mais legal, nem a mais chata, nem a mais compreensiva, nem a mais metida, uma menina, apenas uma menina e posso ser leve como uma brisa e ou forte como uma ventania. Isso só depende de quando e como você me vê passar.
A vida é curta demais pra sempre reclamar, e não corro atrás dos sonhos que almejo.
Eu aprendi,que sou mais forte que imaginava e que posso ir mais longe depois de pensar que não podia mais, e que realmente a vida tem valor e eu tenho valor diante da vida.
Gasto mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Amor é amor, Amizade é amizade. Falsidade é inveja. Inveja é fruto da sua própria falta de competência!! Tem coisa pior do que esse amor trivial que ronda insensívelmente nosso ciclo de amigos? Pessoas que mal te conhecem, te chamam de querida(o) e não economizam em dizer que te amam (o tempo todo!). Sem trégua, sem pensar no que estão dizendo e sem nem ao menos SENTIR o que é o amor.... Amor é algo muito maior do que isso, é algo que se constrói com o tempo, através de atitudes que incluem carinho, afeto, AMIZADE, conforto e apoio.
Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz - com todo respeito - é apenas o que você diz.
E falar é completamente fácil,quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião. Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer. Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros. Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso. Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma. Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o bolo sola, o pneu fura, chove demais. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que chegamos a pensar que acabou. Normal. Todos nós devemos transformar tudo em uma boa experiência, para que se aprenda com seus próprios erros.
E muitas da vezes é preciso perder para dar valor, é preciso chorar para aprender a amar, é preciso confiar para se entregar e ainda assim a grande verdade é que, é preciso ouvir para nunca gritar! Todos irão sofrer um dia, para saber o verdadeiro sentido da felicidade ! Muitas vezes deixamos de lutar pelo que realmente queremos pelo simples fato de não querer ouvir um não! Errar é humano, perdoar é preciso! E correr atrás daquilo que realmente queremos é uma obrigação nossa!
Sabemos como é a vida, num dia dá tudo certo e no outro as coisas já não são tão perfeitas assim: altos e baixos fazem parte da construção do nosso carater; afinal, cada momento, cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio, uma oportunidade única de aprender, de se tornar uma pessoa melhor só depende de nós, das nossas escolhas...não sei se estou perto ou longe de mais, se peguei o rumo certo ou errado, sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente... jah não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E mesmo que tudo não ande da forma como eu gostaria; saber que já não sou a mesma de ontem; me fez perceber que tudo vale a pena."
"Encostei-me a ti, sabendo bem que eras somente onda.
Sabendo bem que eras nuvem, depus a minha vida em ti.
Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil,
fiquei sem poder chorar, quando caí."
C.M.
Na boa? Pelo bem ou pelo mal, Recolha-se a sua mediocridade!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Cansada
Já faz tanto tempo que não escrevo, que nem sei se ainda sei faze-lo.
Eu ando tão pilhada, o mundo resolveu desabar na minha cabeça e acredito que chegou o tempo da metamorfose. Nem acredito que algumas pessoas resolveram se mexer e estão pagando a língua por desconfiarem da minha palavra. Isso é ótimo, mas estou cansada, definitivamente cansada!!
E aquele traste que não me deixa subir de cargo?
Preciso sumir, reencontrar amigos, de colo ... e de um scarpin com um salto de 10 cm que eu vi e adoorreeeiii.
Tantos planos em mente ... e agora é Brasília ou Rio de Janeiro? Cadê a madre que não me dá resposta??
De mãos "quase" atadas e o meu corpo pede arrego!!!
"Nunca pensei,
um dia chegar
te ouvir dizer não é por mal,
hoje vou te fazer chorar, mas hoje vou te fazer chorar.
Não tenho muito tempo
tenho medo de ser um só
tenho medo de ser só um
alguém pra se lembrar, alguém pra se lembrar"
Pato Fu (desenterrei)
Eu ando tão pilhada, o mundo resolveu desabar na minha cabeça e acredito que chegou o tempo da metamorfose. Nem acredito que algumas pessoas resolveram se mexer e estão pagando a língua por desconfiarem da minha palavra. Isso é ótimo, mas estou cansada, definitivamente cansada!!
E aquele traste que não me deixa subir de cargo?
Preciso sumir, reencontrar amigos, de colo ... e de um scarpin com um salto de 10 cm que eu vi e adoorreeeiii.
Tantos planos em mente ... e agora é Brasília ou Rio de Janeiro? Cadê a madre que não me dá resposta??
De mãos "quase" atadas e o meu corpo pede arrego!!!
"Nunca pensei,
um dia chegar
te ouvir dizer não é por mal,
hoje vou te fazer chorar, mas hoje vou te fazer chorar.
Não tenho muito tempo
tenho medo de ser um só
tenho medo de ser só um
alguém pra se lembrar, alguém pra se lembrar"
Pato Fu (desenterrei)
sábado, 27 de março de 2010
F5
Atualizando o servidor =)
Passei muito tempo sem escrever aqui, por falta de tempo mesmo. Hoje, domingo sem graça que fiquei sem internet depois da chuva e estou a espera da Telefônica resolver o problema, sentei a frente do pc pra atualizar essa bagaça.
Esse último final de semana eu não estive bem, trabalhei na marra, chorei de raiva (fazia tempo que não rolava uma lágrima no meu rosto), fiquei sem internet, paciência esgotada, linha dura, pavio curto mesmo, muito mal ... e para que minha pessoa chegue a esse ponto, é porque estive no ápice da situação.
Falando em trabalhar, o cerco na Oi está apertando e sinceramente não sei o que será daquele lugar. Se as coisas permanecerem assim e se de fato meu chefe for embora, muita gente vai enlouquecer (ou pedir as contas). A Harebaba ainda carrega consigo um fio de esperança, depositado na dedicação que o Dady tem conosco ... entre nós funciona o dito "um por todos e todos por um", mas não adianta somente nós fazermos a nossa parte. Cadê a OI?? A culpa das coisas que acontecem naquele lugar não é dos atuais gestores e vice gestores, mas dos nossos mega gestores (a raça chata da Bahia).
Outro dia eu trabalhei na Avenida Paulista, saudades daquele lugar ... dos tempos que eu trabalhava e andava mais no centro, outro naipe, outro ar, cheiro de dinheiro, gente bonita, bem vestida e capitalista. Não adiantou muita coisa, continuarei trabalhando no mesmo lugar, na velha Lapa.
O pior de tudo é saber que meu dady vai embora e que corro risco de vida por lá. Isso porque, há alguns meses assumi a posição de vice gestora da equipe e com a saída dele é natural que eu me torne a gestora oficial, mas não é o que vejo e não é o clima que sinto no espaço. Já briguei muito lá dentro, meu chefe tem feito isso por mim também, mas como disse antes, a culpa é do cachorro grande, mas sobra pro osso pagar.
Já no Leo Penha as coisas andam de vento em popa: em um ano conquistamos o 1º lugar no ranking na realização de atividades e eficiência, e recentemente por conta disso, considerado o melhor clube do distrito. Em consequência, serei homenageada como melhor secretária e diretora e meus companheiros em seus respectivos cargos. Por causa disso, querem me colocar como vice presidente ou me manter como secretária e já sou coordenadora de comunicação. Lançamos o portal leopenha.com onde a quem interessar, conhecerá o funcionamento do clube e do movimento leoístico.
Estamos a disposição para solucionar eventuais dúvidas e também em redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut e no Youtube).
Comentei em outro texto que minha mãe viajou a fim de não voltar mais ... ela não aguentou,voltou e ainda trouxe na mala a minha avó kkkkkkkkkk. Fazia tempo que eu não encontrava aquela velhinha simpática, pequenina, falante e que adora um café (a matriarca dos Castilhos lembrou alguém ai? rs ... não coincide no quesito altura, pois, de acordo com as mulheres da família, eu sou a mais alta). Ela se espantou comigo e não entendi certas coisas, sei lá. Talvez por conviver mais com a família dos meus amigos do que com a minha, acho estranho alguém sentir algo tão forte sem conhecer direito, tipo, cobrando atenção e amor que eu não tenho por não conviver do mesmo jeito que acontece com os meus primos entende?
Minha mãe e minha tia contaram que eu fui assunto durante dias, só faltaram me santificar. E na verdade eu sou uma estranha para eles, sou a única que nasceu em São Paulo e não conviveu com os demais (meu irmão também). Eu não sabia que eu era a "top" de todos os netos da velhota: "a Taty? ela é publicitária, mora em São Paulo, vai ficar rica primeiro, ainda não casou, cresceu pra caramba, é a mais alta de todas, vai ficar famosa..." eiiittaaa, fiquei rosa chiclete quando soube dessas coisas e dei risada, fazer o que né? Fazia uns 15 anos que eu não encontrava a minha avó, só que ela já voltou pra casa dela,
definitivamente ela não gosta de São Paulo nem por decreto. O melhor dessa visita foram as risadas que ela me provocou: ela ama o meu pai e a própria filha dela não tem paciência com a mãe, HILÁAAAAARRRIIIIOOOOO, rashowbico!!!
Depois disso veio a colação de grau do Henrique (pqp não é que o cara é biomédico mesmo?). Vamos ver se ele aguenta o fardo e toma juízo de vez. Aliás, juízo mesmo ninguém na minha casa tem e a situação dos meus pais não tem pé nem cabeça, não anda ... o que será que eles querem da própria vida?
E eu aqui, vivendo nessa turbulência, sozinha, perdida como cego em tiroteio, vou fazendo o que dá. Estou tranquila, mas cautelosa ... estou como uma pedra, lembrando que aquele que se atrever a me subestimar vai se ferrar. Isso não é praga, é fato e já tem gente pagando a língua.
** A quem interessar, acesse:
Portal: http://www.leopenha.com/
Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=4737505374291948632
Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=86057317
Twitter: @leoclubepenha
Facebook: http://www.facebook.com/home.php?#!/group.php?gid=187411196210&ref=mf
Youtube: www.youtube.com/LeoPenhaOficial
Alt + F4
Passei muito tempo sem escrever aqui, por falta de tempo mesmo. Hoje, domingo sem graça que fiquei sem internet depois da chuva e estou a espera da Telefônica resolver o problema, sentei a frente do pc pra atualizar essa bagaça.
Esse último final de semana eu não estive bem, trabalhei na marra, chorei de raiva (fazia tempo que não rolava uma lágrima no meu rosto), fiquei sem internet, paciência esgotada, linha dura, pavio curto mesmo, muito mal ... e para que minha pessoa chegue a esse ponto, é porque estive no ápice da situação.
Falando em trabalhar, o cerco na Oi está apertando e sinceramente não sei o que será daquele lugar. Se as coisas permanecerem assim e se de fato meu chefe for embora, muita gente vai enlouquecer (ou pedir as contas). A Harebaba ainda carrega consigo um fio de esperança, depositado na dedicação que o Dady tem conosco ... entre nós funciona o dito "um por todos e todos por um", mas não adianta somente nós fazermos a nossa parte. Cadê a OI?? A culpa das coisas que acontecem naquele lugar não é dos atuais gestores e vice gestores, mas dos nossos mega gestores (a raça chata da Bahia).
Outro dia eu trabalhei na Avenida Paulista, saudades daquele lugar ... dos tempos que eu trabalhava e andava mais no centro, outro naipe, outro ar, cheiro de dinheiro, gente bonita, bem vestida e capitalista. Não adiantou muita coisa, continuarei trabalhando no mesmo lugar, na velha Lapa.
O pior de tudo é saber que meu dady vai embora e que corro risco de vida por lá. Isso porque, há alguns meses assumi a posição de vice gestora da equipe e com a saída dele é natural que eu me torne a gestora oficial, mas não é o que vejo e não é o clima que sinto no espaço. Já briguei muito lá dentro, meu chefe tem feito isso por mim também, mas como disse antes, a culpa é do cachorro grande, mas sobra pro osso pagar.
Já no Leo Penha as coisas andam de vento em popa: em um ano conquistamos o 1º lugar no ranking na realização de atividades e eficiência, e recentemente por conta disso, considerado o melhor clube do distrito. Em consequência, serei homenageada como melhor secretária e diretora e meus companheiros em seus respectivos cargos. Por causa disso, querem me colocar como vice presidente ou me manter como secretária e já sou coordenadora de comunicação. Lançamos o portal leopenha.com onde a quem interessar, conhecerá o funcionamento do clube e do movimento leoístico.
Estamos a disposição para solucionar eventuais dúvidas e também em redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut e no Youtube).
Comentei em outro texto que minha mãe viajou a fim de não voltar mais ... ela não aguentou,voltou e ainda trouxe na mala a minha avó kkkkkkkkkk. Fazia tempo que eu não encontrava aquela velhinha simpática, pequenina, falante e que adora um café (a matriarca dos Castilhos lembrou alguém ai? rs ... não coincide no quesito altura, pois, de acordo com as mulheres da família, eu sou a mais alta). Ela se espantou comigo e não entendi certas coisas, sei lá. Talvez por conviver mais com a família dos meus amigos do que com a minha, acho estranho alguém sentir algo tão forte sem conhecer direito, tipo, cobrando atenção e amor que eu não tenho por não conviver do mesmo jeito que acontece com os meus primos entende?
Minha mãe e minha tia contaram que eu fui assunto durante dias, só faltaram me santificar. E na verdade eu sou uma estranha para eles, sou a única que nasceu em São Paulo e não conviveu com os demais (meu irmão também). Eu não sabia que eu era a "top" de todos os netos da velhota: "a Taty? ela é publicitária, mora em São Paulo, vai ficar rica primeiro, ainda não casou, cresceu pra caramba, é a mais alta de todas, vai ficar famosa..." eiiittaaa, fiquei rosa chiclete quando soube dessas coisas e dei risada, fazer o que né? Fazia uns 15 anos que eu não encontrava a minha avó, só que ela já voltou pra casa dela,
definitivamente ela não gosta de São Paulo nem por decreto. O melhor dessa visita foram as risadas que ela me provocou: ela ama o meu pai e a própria filha dela não tem paciência com a mãe, HILÁAAAAARRRIIIIOOOOO, rashowbico!!!
Depois disso veio a colação de grau do Henrique (pqp não é que o cara é biomédico mesmo?). Vamos ver se ele aguenta o fardo e toma juízo de vez. Aliás, juízo mesmo ninguém na minha casa tem e a situação dos meus pais não tem pé nem cabeça, não anda ... o que será que eles querem da própria vida?
E eu aqui, vivendo nessa turbulência, sozinha, perdida como cego em tiroteio, vou fazendo o que dá. Estou tranquila, mas cautelosa ... estou como uma pedra, lembrando que aquele que se atrever a me subestimar vai se ferrar. Isso não é praga, é fato e já tem gente pagando a língua.
** A quem interessar, acesse:
Portal: http://www.leopenha.com/
Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=4737505374291948632
Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=86057317
Twitter: @leoclubepenha
Facebook: http://www.facebook.com/home.php?#!/group.php?gid=187411196210&ref=mf
Youtube: www.youtube.com/LeoPenhaOficial
Alt + F4
Diário de uma adolescente
São Paulo, algum dia de meados do ano 2000
"Querido diário
Aquele diário rosa, de capa florida com um cadeado lembra? Acabaram as folhas dele e eu não tenho onde escrever meus segredos. Tenho que registrar uma coisa: no auge dos meus 15 anos ... putz, eu aparento ter um pouco mais ... estudo e não me preocupo com muita coisa, mas sofro constantes adaptações.
Quando eu era criança, minha mãe me ensinou a ter medo dos meninos, dizia que eu não podia andar com eles, que eram perigosos, se metiam em encrencas e eram briguentos. Vc sabe que as tias da escola me vigiavam e contavam tudo pra minha mãe na hora em que ela ia me buscar. Contavam até quantas vezes eu tinha ido ao banheiro e se tinha comido o lanche de lá. Aquele tempo era dose, não podia sair na rua, não podia fazer trabalho na casa das colegas e só podia ter amizade (quando era menino) com o Rodolfo, que é filho de uma amiga dela e que estudava comigo.
Agora com 15 anos, já no ensino médio e estudando longe de casa mudou tudo, graças a Deus. A primeira coisa que aconteceu foi arrumar amizade com os meninos e aprender a falar os palavrões da moda. Montei um partido político e meu grupo da sala, que de 10 pessoas 7 eram homens que aterrorizam na escola.
Nós éramos modernos demais e pior de tudo, não aprontamos, não matamos aula, nem nada ... mas metemos medo nos outros... acho que é porque ao invés de nos comprimentarmos com um "bom dia", dizemos "anaue", como nos tempos da guerra. Nós sempre tiramos as melhores notas, fazemos os melhores trabalhos... é SEMPRE assim: "quem vem na lousa hoje são: Fernando, Sidney, Paulo Henrique, Euler, Jorge, Jamil, Felipe, Aline, Daniela e ... adivinha? EU". SEMPRE NÓS.
Ali não tinha mais jeito, até na cozinha da escola as tias sabiam quem era cada um. Quando elas descobriram que nós sabiamos que elas levavam lanche pra casa, nós ficamos na melhor: se elas não dessem pra gente o que nós queriamos da cozinha, denunciavamos pra diretora.
E o dia que fizemos um coquetel molotov na sala de aula? Quase que ela foi pro espaço rs ... ficou um trambolho azulado lá.
Até aí parece tudo normal né? Mas as coisas ficaram diferentes, quando eu descobri que esqueceram de ensinar para os outros meninos, que eu sou uma menina e não um objeto."
"Querido diário
Aquele diário rosa, de capa florida com um cadeado lembra? Acabaram as folhas dele e eu não tenho onde escrever meus segredos. Tenho que registrar uma coisa: no auge dos meus 15 anos ... putz, eu aparento ter um pouco mais ... estudo e não me preocupo com muita coisa, mas sofro constantes adaptações.
Quando eu era criança, minha mãe me ensinou a ter medo dos meninos, dizia que eu não podia andar com eles, que eram perigosos, se metiam em encrencas e eram briguentos. Vc sabe que as tias da escola me vigiavam e contavam tudo pra minha mãe na hora em que ela ia me buscar. Contavam até quantas vezes eu tinha ido ao banheiro e se tinha comido o lanche de lá. Aquele tempo era dose, não podia sair na rua, não podia fazer trabalho na casa das colegas e só podia ter amizade (quando era menino) com o Rodolfo, que é filho de uma amiga dela e que estudava comigo.
Agora com 15 anos, já no ensino médio e estudando longe de casa mudou tudo, graças a Deus. A primeira coisa que aconteceu foi arrumar amizade com os meninos e aprender a falar os palavrões da moda. Montei um partido político e meu grupo da sala, que de 10 pessoas 7 eram homens que aterrorizam na escola.
Nós éramos modernos demais e pior de tudo, não aprontamos, não matamos aula, nem nada ... mas metemos medo nos outros... acho que é porque ao invés de nos comprimentarmos com um "bom dia", dizemos "anaue", como nos tempos da guerra. Nós sempre tiramos as melhores notas, fazemos os melhores trabalhos... é SEMPRE assim: "quem vem na lousa hoje são: Fernando, Sidney, Paulo Henrique, Euler, Jorge, Jamil, Felipe, Aline, Daniela e ... adivinha? EU". SEMPRE NÓS.
Ali não tinha mais jeito, até na cozinha da escola as tias sabiam quem era cada um. Quando elas descobriram que nós sabiamos que elas levavam lanche pra casa, nós ficamos na melhor: se elas não dessem pra gente o que nós queriamos da cozinha, denunciavamos pra diretora.
E o dia que fizemos um coquetel molotov na sala de aula? Quase que ela foi pro espaço rs ... ficou um trambolho azulado lá.
Até aí parece tudo normal né? Mas as coisas ficaram diferentes, quando eu descobri que esqueceram de ensinar para os outros meninos, que eu sou uma menina e não um objeto."
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