Essa semana fez 1 mes que a turbulência aconteceu.
É ... eu fiquei chateada, mas um dia prometi "que NADA nem NINGUÉM, aconteça o que acontecesse mudaria o carinho que sempre tive."
Eu não mudei e mesmo que quisesse, não conseguiria.
Lembrei de tudo que fizemos, por onde andamos, de tudo que planejamos e cumprimos e das pendências que aos poucos se tornarão realidade. Da torcida que um tem pelo outro em ascender pessoal e profissionalmente, de compartilhar idéias, ideais, planos, confidências, conversas produtivas e incansáveis, com duplo sentido, recheada de piadas, frescurinhas, personagens ... tudo muito nosso, muito pessoal, muito semelhante.
São duas "ystorias" com experiências diferentes, mas semelhantes em sua essência, na maneira de pensar, muito mais do que os melhores amigos um do outro.
Que fique esclarecido de uma vez por todas:
O que aconteceu é página virada em nossas vidas!!
Te quero muito bem.
Jamais te abandonarei, pois seria o maior erro da minha vida e nunca me perdoaria.
Há males que realmente vem para o bem. Esse nos balançou, mas acredito que nos juntou ainda mais, provamos que realmente nos damos muito bem, independente da situação.
Esse desconforto em nossas vidas foi passageiro e já está superado.
Dan: Te adoro sem moderação, sem limites e sem pudor ... imensuravelmente!! Never Forget.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Tô perdida?
É estranha essa sensação,
ás vezes parece que tenho tudo em minhas mãos, em outras que já não tenho mais,
tem horas que não sei se estou em pé ou se o chão ainda existe,
outras ainda que estou em êxtase, mas logo troco de cenário.
Ás vezes estou em meio a multidão, outras em total solidão.
Vivo entre o céu e o inferno,
o sol e a treva,
entre o bem e o mal.
Já perdi as contas de quantas vezes apanhei, bati, levei pedradas e atirei também. Só sei que estou caleijada ... o corpo que tenho, a casca é de uma mulher e o organismo ainda é daquela criança debilitada, cheia de crises e que duvidava, sempre calada, se sobreviveria muito tempo.
Ao mesmo tempo em que me sinto segura, estou perdidaça, sem norte ... e continuo a caminhar, sozinha.
ás vezes parece que tenho tudo em minhas mãos, em outras que já não tenho mais,
tem horas que não sei se estou em pé ou se o chão ainda existe,
outras ainda que estou em êxtase, mas logo troco de cenário.
Ás vezes estou em meio a multidão, outras em total solidão.
Vivo entre o céu e o inferno,
o sol e a treva,
entre o bem e o mal.
Já perdi as contas de quantas vezes apanhei, bati, levei pedradas e atirei também. Só sei que estou caleijada ... o corpo que tenho, a casca é de uma mulher e o organismo ainda é daquela criança debilitada, cheia de crises e que duvidava, sempre calada, se sobreviveria muito tempo.
Ao mesmo tempo em que me sinto segura, estou perdidaça, sem norte ... e continuo a caminhar, sozinha.
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