Atualizando o servidor =)
Passei muito tempo sem escrever aqui, por falta de tempo mesmo. Hoje, domingo sem graça que fiquei sem internet depois da chuva e estou a espera da Telefônica resolver o problema, sentei a frente do pc pra atualizar essa bagaça.
Esse último final de semana eu não estive bem, trabalhei na marra, chorei de raiva (fazia tempo que não rolava uma lágrima no meu rosto), fiquei sem internet, paciência esgotada, linha dura, pavio curto mesmo, muito mal ... e para que minha pessoa chegue a esse ponto, é porque estive no ápice da situação.
Falando em trabalhar, o cerco na Oi está apertando e sinceramente não sei o que será daquele lugar. Se as coisas permanecerem assim e se de fato meu chefe for embora, muita gente vai enlouquecer (ou pedir as contas). A Harebaba ainda carrega consigo um fio de esperança, depositado na dedicação que o Dady tem conosco ... entre nós funciona o dito "um por todos e todos por um", mas não adianta somente nós fazermos a nossa parte. Cadê a OI?? A culpa das coisas que acontecem naquele lugar não é dos atuais gestores e vice gestores, mas dos nossos mega gestores (a raça chata da Bahia).
Outro dia eu trabalhei na Avenida Paulista, saudades daquele lugar ... dos tempos que eu trabalhava e andava mais no centro, outro naipe, outro ar, cheiro de dinheiro, gente bonita, bem vestida e capitalista. Não adiantou muita coisa, continuarei trabalhando no mesmo lugar, na velha Lapa.
O pior de tudo é saber que meu dady vai embora e que corro risco de vida por lá. Isso porque, há alguns meses assumi a posição de vice gestora da equipe e com a saída dele é natural que eu me torne a gestora oficial, mas não é o que vejo e não é o clima que sinto no espaço. Já briguei muito lá dentro, meu chefe tem feito isso por mim também, mas como disse antes, a culpa é do cachorro grande, mas sobra pro osso pagar.
Já no Leo Penha as coisas andam de vento em popa: em um ano conquistamos o 1º lugar no ranking na realização de atividades e eficiência, e recentemente por conta disso, considerado o melhor clube do distrito. Em consequência, serei homenageada como melhor secretária e diretora e meus companheiros em seus respectivos cargos. Por causa disso, querem me colocar como vice presidente ou me manter como secretária e já sou coordenadora de comunicação. Lançamos o portal leopenha.com onde a quem interessar, conhecerá o funcionamento do clube e do movimento leoístico.
Estamos a disposição para solucionar eventuais dúvidas e também em redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut e no Youtube).
Comentei em outro texto que minha mãe viajou a fim de não voltar mais ... ela não aguentou,voltou e ainda trouxe na mala a minha avó kkkkkkkkkk. Fazia tempo que eu não encontrava aquela velhinha simpática, pequenina, falante e que adora um café (a matriarca dos Castilhos lembrou alguém ai? rs ... não coincide no quesito altura, pois, de acordo com as mulheres da família, eu sou a mais alta). Ela se espantou comigo e não entendi certas coisas, sei lá. Talvez por conviver mais com a família dos meus amigos do que com a minha, acho estranho alguém sentir algo tão forte sem conhecer direito, tipo, cobrando atenção e amor que eu não tenho por não conviver do mesmo jeito que acontece com os meus primos entende?
Minha mãe e minha tia contaram que eu fui assunto durante dias, só faltaram me santificar. E na verdade eu sou uma estranha para eles, sou a única que nasceu em São Paulo e não conviveu com os demais (meu irmão também). Eu não sabia que eu era a "top" de todos os netos da velhota: "a Taty? ela é publicitária, mora em São Paulo, vai ficar rica primeiro, ainda não casou, cresceu pra caramba, é a mais alta de todas, vai ficar famosa..." eiiittaaa, fiquei rosa chiclete quando soube dessas coisas e dei risada, fazer o que né? Fazia uns 15 anos que eu não encontrava a minha avó, só que ela já voltou pra casa dela,
definitivamente ela não gosta de São Paulo nem por decreto. O melhor dessa visita foram as risadas que ela me provocou: ela ama o meu pai e a própria filha dela não tem paciência com a mãe, HILÁAAAAARRRIIIIOOOOO, rashowbico!!!
Depois disso veio a colação de grau do Henrique (pqp não é que o cara é biomédico mesmo?). Vamos ver se ele aguenta o fardo e toma juízo de vez. Aliás, juízo mesmo ninguém na minha casa tem e a situação dos meus pais não tem pé nem cabeça, não anda ... o que será que eles querem da própria vida?
E eu aqui, vivendo nessa turbulência, sozinha, perdida como cego em tiroteio, vou fazendo o que dá. Estou tranquila, mas cautelosa ... estou como uma pedra, lembrando que aquele que se atrever a me subestimar vai se ferrar. Isso não é praga, é fato e já tem gente pagando a língua.
** A quem interessar, acesse:
Portal: http://www.leopenha.com/
Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=4737505374291948632
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Twitter: @leoclubepenha
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Youtube: www.youtube.com/LeoPenhaOficial
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sábado, 27 de março de 2010
Diário de uma adolescente
São Paulo, algum dia de meados do ano 2000
"Querido diário
Aquele diário rosa, de capa florida com um cadeado lembra? Acabaram as folhas dele e eu não tenho onde escrever meus segredos. Tenho que registrar uma coisa: no auge dos meus 15 anos ... putz, eu aparento ter um pouco mais ... estudo e não me preocupo com muita coisa, mas sofro constantes adaptações.
Quando eu era criança, minha mãe me ensinou a ter medo dos meninos, dizia que eu não podia andar com eles, que eram perigosos, se metiam em encrencas e eram briguentos. Vc sabe que as tias da escola me vigiavam e contavam tudo pra minha mãe na hora em que ela ia me buscar. Contavam até quantas vezes eu tinha ido ao banheiro e se tinha comido o lanche de lá. Aquele tempo era dose, não podia sair na rua, não podia fazer trabalho na casa das colegas e só podia ter amizade (quando era menino) com o Rodolfo, que é filho de uma amiga dela e que estudava comigo.
Agora com 15 anos, já no ensino médio e estudando longe de casa mudou tudo, graças a Deus. A primeira coisa que aconteceu foi arrumar amizade com os meninos e aprender a falar os palavrões da moda. Montei um partido político e meu grupo da sala, que de 10 pessoas 7 eram homens que aterrorizam na escola.
Nós éramos modernos demais e pior de tudo, não aprontamos, não matamos aula, nem nada ... mas metemos medo nos outros... acho que é porque ao invés de nos comprimentarmos com um "bom dia", dizemos "anaue", como nos tempos da guerra. Nós sempre tiramos as melhores notas, fazemos os melhores trabalhos... é SEMPRE assim: "quem vem na lousa hoje são: Fernando, Sidney, Paulo Henrique, Euler, Jorge, Jamil, Felipe, Aline, Daniela e ... adivinha? EU". SEMPRE NÓS.
Ali não tinha mais jeito, até na cozinha da escola as tias sabiam quem era cada um. Quando elas descobriram que nós sabiamos que elas levavam lanche pra casa, nós ficamos na melhor: se elas não dessem pra gente o que nós queriamos da cozinha, denunciavamos pra diretora.
E o dia que fizemos um coquetel molotov na sala de aula? Quase que ela foi pro espaço rs ... ficou um trambolho azulado lá.
Até aí parece tudo normal né? Mas as coisas ficaram diferentes, quando eu descobri que esqueceram de ensinar para os outros meninos, que eu sou uma menina e não um objeto."
"Querido diário
Aquele diário rosa, de capa florida com um cadeado lembra? Acabaram as folhas dele e eu não tenho onde escrever meus segredos. Tenho que registrar uma coisa: no auge dos meus 15 anos ... putz, eu aparento ter um pouco mais ... estudo e não me preocupo com muita coisa, mas sofro constantes adaptações.
Quando eu era criança, minha mãe me ensinou a ter medo dos meninos, dizia que eu não podia andar com eles, que eram perigosos, se metiam em encrencas e eram briguentos. Vc sabe que as tias da escola me vigiavam e contavam tudo pra minha mãe na hora em que ela ia me buscar. Contavam até quantas vezes eu tinha ido ao banheiro e se tinha comido o lanche de lá. Aquele tempo era dose, não podia sair na rua, não podia fazer trabalho na casa das colegas e só podia ter amizade (quando era menino) com o Rodolfo, que é filho de uma amiga dela e que estudava comigo.
Agora com 15 anos, já no ensino médio e estudando longe de casa mudou tudo, graças a Deus. A primeira coisa que aconteceu foi arrumar amizade com os meninos e aprender a falar os palavrões da moda. Montei um partido político e meu grupo da sala, que de 10 pessoas 7 eram homens que aterrorizam na escola.
Nós éramos modernos demais e pior de tudo, não aprontamos, não matamos aula, nem nada ... mas metemos medo nos outros... acho que é porque ao invés de nos comprimentarmos com um "bom dia", dizemos "anaue", como nos tempos da guerra. Nós sempre tiramos as melhores notas, fazemos os melhores trabalhos... é SEMPRE assim: "quem vem na lousa hoje são: Fernando, Sidney, Paulo Henrique, Euler, Jorge, Jamil, Felipe, Aline, Daniela e ... adivinha? EU". SEMPRE NÓS.
Ali não tinha mais jeito, até na cozinha da escola as tias sabiam quem era cada um. Quando elas descobriram que nós sabiamos que elas levavam lanche pra casa, nós ficamos na melhor: se elas não dessem pra gente o que nós queriamos da cozinha, denunciavamos pra diretora.
E o dia que fizemos um coquetel molotov na sala de aula? Quase que ela foi pro espaço rs ... ficou um trambolho azulado lá.
Até aí parece tudo normal né? Mas as coisas ficaram diferentes, quando eu descobri que esqueceram de ensinar para os outros meninos, que eu sou uma menina e não um objeto."
terça-feira, 16 de março de 2010
Onde está a fortaleza?
"Ser forte é tentar te esquecer, mesmo te amando.
É ter que falar com você sem olhar nos seus olhos para não transparecer o meu amor.
É vê-lo com outra e ter que ficar calada, é não correr para seus braços e implorar para que fique comigo. É não deixar cair uma lágrima ao saber de notícias suas, e se alguém me perguntar: Você ainda gosta dele?
Ser forte é responder que não sinto nada por você, mesmo que minha vontade seja gritar para o mundo que ainda te amo.
Ser forte é chorar escondido e sorrir na sua frente, é sonhar com você e acordar descobrindo que tudo não passou de um sonho, é tentar tirar você da minha cabeça, sabendo que nunca tirarei você do meu coração!
Difícil não é lutar por aquilo que se quer e sim ter que deixar aquilo que mais ama.
Eu tive que deixar, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."
Autor desconhecido
É ter que falar com você sem olhar nos seus olhos para não transparecer o meu amor.
É vê-lo com outra e ter que ficar calada, é não correr para seus braços e implorar para que fique comigo. É não deixar cair uma lágrima ao saber de notícias suas, e se alguém me perguntar: Você ainda gosta dele?
Ser forte é responder que não sinto nada por você, mesmo que minha vontade seja gritar para o mundo que ainda te amo.
Ser forte é chorar escondido e sorrir na sua frente, é sonhar com você e acordar descobrindo que tudo não passou de um sonho, é tentar tirar você da minha cabeça, sabendo que nunca tirarei você do meu coração!
Difícil não é lutar por aquilo que se quer e sim ter que deixar aquilo que mais ama.
Eu tive que deixar, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."
Autor desconhecido
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