Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água.
Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
A.J
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Harebaba pra cá, harebaba pra lá ...
A vida profissional vem sendo interessante em alguns aspectos: multipliquei tarefas, pratico aquilo que acredito ser o certo, cada dia ando um passo, aprendo um novo sistema, uma nova forma de administrar pessoas, melhoro meu relacionamento com o meu chefe (o viado mais louco que já conheci) e tenho mais liberdade para fazer o que quero. Meu chefe me deixa andar com as minhas próprias pernas, mas me orienta (faz parte da função dele), me deixa pensar, opinar ... ele me escuta!!
Isso é ótimo... depois do dia que ele me viu e disse que nunca mais esqueceria do meu nome, as coisas vêm tomando forma por lá.
É fato que eu estava cansada e farta de muitas coisas, com stress acumulado por uma série de fatores internos e externos e queria sumir de lá. Muitas vezes cheguei ali a ponto de explodir e jogar tudo para o alto, mas me dei mais uma chance - a última chance - pois prometi pra mim que quando voltasse das férias, meu deadline para alguma coisa mudar era até dezembro.
Com apenas 3 dias brincando de "trainee", substitui meu chefe durante um dia de trabalho porque ele estava de folga (sábado, que é o dia mais complicado de todos) e consegui um bom resultado para quem está começando... simplesmente dobrei a meta necessária do dia com o pessoal, mas claro, o mérito é de todos que estavam trabalhando em equipe, mas tive que assumir uma única posição naquele dia. Talvez, se eu não estivesse, teriamos feito ainda mais.
Na segunda-feira, Dady chegou feliz e me elogiou pela performance do final de semana e me disse "eu confio em vc". Poxa, a cada dia estão aparecendo coisas novas e agora nem vejo a hora passar, quando menos penso já é hora de encerrar o expediente... estou correndo, literalmente, com o direito de ouvir alguns me chamando de chefe, hilário.
Isso é apenas o começo de algo que não quero enxergar o fim, vamos deixar as coisas acontecerem e sem atropelos... eu sou a paciência em carne e osso.
E cá entre nós: eu sabia que eu causava dor de cotovelo, mas não sabia que era tanto, quanto frisson. E tudo vem acontecendo naturalmente, prova disso é que quando meu chefe chegou na Oi era na época em que a novela global Caminho das Índias estava no ar (por ser o chefe, ele mesmo se auto-intitulou "Dady", que é a pessoa mais velha), e ele tinha mania de falar "harebaba", foi quando um dia sem ter o que fazer, ele pediu pra galera sugerir o nome da nossa equipe e quando eu disse "coloca Harebaba" sem querer querendo, ficou rs.
É isso aí ... depois eu conto mais.
Isso é ótimo... depois do dia que ele me viu e disse que nunca mais esqueceria do meu nome, as coisas vêm tomando forma por lá.
É fato que eu estava cansada e farta de muitas coisas, com stress acumulado por uma série de fatores internos e externos e queria sumir de lá. Muitas vezes cheguei ali a ponto de explodir e jogar tudo para o alto, mas me dei mais uma chance - a última chance - pois prometi pra mim que quando voltasse das férias, meu deadline para alguma coisa mudar era até dezembro.
Com apenas 3 dias brincando de "trainee", substitui meu chefe durante um dia de trabalho porque ele estava de folga (sábado, que é o dia mais complicado de todos) e consegui um bom resultado para quem está começando... simplesmente dobrei a meta necessária do dia com o pessoal, mas claro, o mérito é de todos que estavam trabalhando em equipe, mas tive que assumir uma única posição naquele dia. Talvez, se eu não estivesse, teriamos feito ainda mais.
Na segunda-feira, Dady chegou feliz e me elogiou pela performance do final de semana e me disse "eu confio em vc". Poxa, a cada dia estão aparecendo coisas novas e agora nem vejo a hora passar, quando menos penso já é hora de encerrar o expediente... estou correndo, literalmente, com o direito de ouvir alguns me chamando de chefe, hilário.
Isso é apenas o começo de algo que não quero enxergar o fim, vamos deixar as coisas acontecerem e sem atropelos... eu sou a paciência em carne e osso.
E cá entre nós: eu sabia que eu causava dor de cotovelo, mas não sabia que era tanto, quanto frisson. E tudo vem acontecendo naturalmente, prova disso é que quando meu chefe chegou na Oi era na época em que a novela global Caminho das Índias estava no ar (por ser o chefe, ele mesmo se auto-intitulou "Dady", que é a pessoa mais velha), e ele tinha mania de falar "harebaba", foi quando um dia sem ter o que fazer, ele pediu pra galera sugerir o nome da nossa equipe e quando eu disse "coloca Harebaba" sem querer querendo, ficou rs.
É isso aí ... depois eu conto mais.
Hilário e verdadeiro
O texto é hilário e merece espaço. Sempre gostei da maioria das crônicas e textos do Jabor.
É por essas e outras que não me troco, não me comparo e não quero ser como nenhuma outra, me garanto e gosto de mim tal como sou rs. E o melhor: a futilidade passa longe de mim.
ARNALDO JABOR - "A BUNDA DURA"
Tenho horror a mulher perfeitinha.
Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário?
E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre.
Pior: são brochantes.
Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese.
Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal... Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando.
c) Sorriso incessante: Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa... Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!
Legal mesmo é mulher de verdade!!!! E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada as vezes, mas te adora.
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes nem chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade.
E não se esqueça....
"Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!"
É por essas e outras que não me troco, não me comparo e não quero ser como nenhuma outra, me garanto e gosto de mim tal como sou rs. E o melhor: a futilidade passa longe de mim.
ARNALDO JABOR - "A BUNDA DURA"
Tenho horror a mulher perfeitinha.
Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário?
E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre.
Pior: são brochantes.
Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese.
Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal... Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando.
c) Sorriso incessante: Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa... Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!
Legal mesmo é mulher de verdade!!!! E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada as vezes, mas te adora.
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes nem chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade.
E não se esqueça....
"Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!"
Que zica! rs
Sabe aquele dia em que nada dá certo e vc chega a conclusão quem nem deveria ter acordado?
Outro dia foi assim: no sábado da mesma semana em que retornei a minha maratona, saí de casa para trabalhar. Fui para o ponto de ônibus e ali fiquei alguns minutos... esses minutos me estressaram, me deixaram cansada, com sono e nada da porra do ônibus subir a avenida. Quando olhei para o relógio faltavam 30 minutos para que eu começasse a trabalhar e ainda estava perto de casa. Quando o ônibus passou, mega atrasado, mega cheio, o motorista fez o favor de bater em um carro de passeio num lugar onde só passa aquela linha de ônibus. Já era o meu dia.
Avisei a galera que eu nem chegaria na Oi, mas também não voltei pra casa. Consegui chegar depois de muito tempo no Tatuapé e fui até uma loja que estou acostamada a comprar blusas e para a minha surpresa, a loja fechou. Depois de muito andar e nada resolver, fui tentar voltar pra casa e fiquei 1h15 no ponto esperando e quando o ônibus resolveu aparecer, ele demorou 1h20 para fazer o percurso que dura em média 40 minutos (pensa no meu bom humor).
Consegui chegar em casa!!! Algum tempo depois minha amiga liga e me chama pra ir ao cinema com ela. Marcamos de nos encontrar e pra nossa surpresa, mais uma vez NADA DE ÔNIBUS, puta que pariu!!! Resultado: chegamos atrasadas, a sessão já tinha começado, não tinha ingresso pra nenhum outro filme, a praça de alimentação estava um inferno e tivemos que voltar pra casa fingindo que estava tudo bem.
Essas presepadas só acontecem comigo, diazinho do KCT!!!
Outro dia foi assim: no sábado da mesma semana em que retornei a minha maratona, saí de casa para trabalhar. Fui para o ponto de ônibus e ali fiquei alguns minutos... esses minutos me estressaram, me deixaram cansada, com sono e nada da porra do ônibus subir a avenida. Quando olhei para o relógio faltavam 30 minutos para que eu começasse a trabalhar e ainda estava perto de casa. Quando o ônibus passou, mega atrasado, mega cheio, o motorista fez o favor de bater em um carro de passeio num lugar onde só passa aquela linha de ônibus. Já era o meu dia.
Avisei a galera que eu nem chegaria na Oi, mas também não voltei pra casa. Consegui chegar depois de muito tempo no Tatuapé e fui até uma loja que estou acostamada a comprar blusas e para a minha surpresa, a loja fechou. Depois de muito andar e nada resolver, fui tentar voltar pra casa e fiquei 1h15 no ponto esperando e quando o ônibus resolveu aparecer, ele demorou 1h20 para fazer o percurso que dura em média 40 minutos (pensa no meu bom humor).
Consegui chegar em casa!!! Algum tempo depois minha amiga liga e me chama pra ir ao cinema com ela. Marcamos de nos encontrar e pra nossa surpresa, mais uma vez NADA DE ÔNIBUS, puta que pariu!!! Resultado: chegamos atrasadas, a sessão já tinha começado, não tinha ingresso pra nenhum outro filme, a praça de alimentação estava um inferno e tivemos que voltar pra casa fingindo que estava tudo bem.
Essas presepadas só acontecem comigo, diazinho do KCT!!!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Simples assim - começou, termina!
Essa época costuma ser uma correria danada no meu trabalho.
Quando retornei das minhas merecidíssimas férias encontrei a Oi um tanto quanto diferente, com ar de querer mais, de estar mais agressiva, aparentemente com mais sede de crescimento. Também pudera, o mercado de comunicação móvel está foda e muito competitivo.
Ao entrar, vi aquele lugar tomado de cores, balões, enfeites, material de comunicação diferenciado. O engraçado de tudo é que a galera que trabalha comigo também ficou surpresa com as "atrações", tanto que alguns disseram "Já sei porque tudo está assim, a Taty voltou" rsss. Até meu chefe disse "Olha a festa que mandei fazer pra você".
Algumas coisas mudaram por lá, inclusive eu mudei um pouco de posição - além de trabalhar somente com a praça São Paulo, ampliarei meu trabalho para a área de gestão. Conversando com o meu chefe, ele me disse que enquanto estive fora ele realizou um estudo sobre a galera da nossa área e recebi um mega feedback - ele fez um monitoramento de performance, ações como pró atividade, produtividade (aqui o negócio pega porque entra entra o meu relacionamento com os clientes, meus acertos, erros, o que faço e deixo de fazer, se cumpro com rigor ou não as aferições de cada mês, a quantidade de clientes que eu perco, índice de churn precoce, dentre outros) e inclusive a minha popularidade. Resultado: concluiu que eu sou dona das melhores avaliações, com notas de
qualidade de trabalho em média de 9.5, com o menor índice em erros, faltas, cancelamentos de contratos e churn, a mais lembrada em solitações para treinar novos colegas na área de sistemas e estratégias, recentemente (sem saber também) reconhecida como uma das colaboradoras que mais contribui para o bom andamento da Oi e aquela que a galera mais contata quando o assunto é arrumar uma "válvula de escape de emergência".
Bacana isso, curti. Mostra que eu ainda sirvo pra alguma coisa rssss. Brincadeiras a parte, por conta de todos esses detalhes, fui chamada a contribuir com a gestão da equipe e assumí-la cada vez que meu querido "dady" não estiver na área. Seria essa a chance de treinar para futuramente ser transferida para a área de gestão de comunicação e treinamento da empresa (um dia o gerente do RH me disse que eu deveria ser instrutora de treinamento da diretoria de lá, não somente porque eu falo muito, mas porque "hipinotizo" com as palavras).
O desafio está lançado - ao mudar de praça, mudou também o foco, o target e o portfólio de produtos, as estratégias tem uma nova cara e uma meta absurdamente agressiva a curto prazo. Estou ainda produzindo pilotos para saber o que realmente dará certo e em que é mais vantajoso investir um pouco mais de trabalho. Só sei que esses últimos dias de 2009 serão uma maratona, sem folgas, sem relaxamento, será pauleira mesmo. Essa brincadeira toda promete render bons frutos (tem que render né?), desde que cada um da história conheça o solo que pisa. E já que eu entrei, let's go.
É simples assim - começou, termina! =)
Quando retornei das minhas merecidíssimas férias encontrei a Oi um tanto quanto diferente, com ar de querer mais, de estar mais agressiva, aparentemente com mais sede de crescimento. Também pudera, o mercado de comunicação móvel está foda e muito competitivo.
Ao entrar, vi aquele lugar tomado de cores, balões, enfeites, material de comunicação diferenciado. O engraçado de tudo é que a galera que trabalha comigo também ficou surpresa com as "atrações", tanto que alguns disseram "Já sei porque tudo está assim, a Taty voltou" rsss. Até meu chefe disse "Olha a festa que mandei fazer pra você".
Algumas coisas mudaram por lá, inclusive eu mudei um pouco de posição - além de trabalhar somente com a praça São Paulo, ampliarei meu trabalho para a área de gestão. Conversando com o meu chefe, ele me disse que enquanto estive fora ele realizou um estudo sobre a galera da nossa área e recebi um mega feedback - ele fez um monitoramento de performance, ações como pró atividade, produtividade (aqui o negócio pega porque entra entra o meu relacionamento com os clientes, meus acertos, erros, o que faço e deixo de fazer, se cumpro com rigor ou não as aferições de cada mês, a quantidade de clientes que eu perco, índice de churn precoce, dentre outros) e inclusive a minha popularidade. Resultado: concluiu que eu sou dona das melhores avaliações, com notas de
qualidade de trabalho em média de 9.5, com o menor índice em erros, faltas, cancelamentos de contratos e churn, a mais lembrada em solitações para treinar novos colegas na área de sistemas e estratégias, recentemente (sem saber também) reconhecida como uma das colaboradoras que mais contribui para o bom andamento da Oi e aquela que a galera mais contata quando o assunto é arrumar uma "válvula de escape de emergência".
Bacana isso, curti. Mostra que eu ainda sirvo pra alguma coisa rssss. Brincadeiras a parte, por conta de todos esses detalhes, fui chamada a contribuir com a gestão da equipe e assumí-la cada vez que meu querido "dady" não estiver na área. Seria essa a chance de treinar para futuramente ser transferida para a área de gestão de comunicação e treinamento da empresa (um dia o gerente do RH me disse que eu deveria ser instrutora de treinamento da diretoria de lá, não somente porque eu falo muito, mas porque "hipinotizo" com as palavras).
O desafio está lançado - ao mudar de praça, mudou também o foco, o target e o portfólio de produtos, as estratégias tem uma nova cara e uma meta absurdamente agressiva a curto prazo. Estou ainda produzindo pilotos para saber o que realmente dará certo e em que é mais vantajoso investir um pouco mais de trabalho. Só sei que esses últimos dias de 2009 serão uma maratona, sem folgas, sem relaxamento, será pauleira mesmo. Essa brincadeira toda promete render bons frutos (tem que render né?), desde que cada um da história conheça o solo que pisa. E já que eu entrei, let's go.
É simples assim - começou, termina! =)
... Nem me acostumarei (melhor, eu nem quero)
É "engraçado" (aliás, esse não é o vocábulo para a situação, mas por hora não encontro outro), mas enquanto estou muito bem, obrigada, enquanto mulher e profissional, o lugar onde eu deveria encontrar "sossego" é onde mais me custa permanecer.
Na verdade, quem me conhece bem sabe disso, eu não suporto ficar em casa porque sou ligada no 220, então eu tenho que ter contato com gente, tenho que fazer algo, me movimentar seja lá pelo que for, não sei ficar quieta (e quando eu estiver, esteja certo que estou doente), só que em casa não dá.
Parece estranho, mas é fato, o que eu posso fazer? NADA!! Aliás, é bem isso mesmo. Nunca escondi que meus pais vivem uma crise e que isso me incomoda porque eles pensam que podem me fazer de "leva e traz". Porra, não suporto isso e não faço, esse tipo de atitude é coisa de gente medíocre e eu não tenho paciência com gente assim. Apesar de ter, modéstia a parte, uma paciência incomum, talvez seja isso que me ajuda a permanecer de pé, sempre acreditei que o ser humano pode mudar pra melhor, pode trilhar caminhos para "sair de uma vida de migalhas", mas aí é que está - isso faz quem quer. Pra mim, se
acomodar com uma situação significa querer viver na "monguice" ... ahhh, pára com isso.
Aí alguém me perguntaria: por que vc não sai de casa? Vc já tentou fazer algo para amenizar a situação?
Minha resposta é curta e grossa: Já tentei inúmeras vezes, mas não me esforço para mudar nada para eles, nem por eles. Se não quiser me ouvir em casa, lá fora tem quem queira. Para muitos sou a voz da experiência, para eles sou imatura e nem comecei a viver. Eu entendo o que não tem entendimento e finjo que aguento os 40 anos que nos separam. E isso realmente depende de cada um - meu pai tem um irmão de 80 anos, que aparente é mais novo que o meu pai (que tem 65) e é um cara que está sempre bem informado, que dirige com tranquilidade, vive bem, conversa sobre qualquer assunto, é um cara
firmeza, é lúcido ... tem gente que se espanta ao saber que ele é bem mais velho que meu pai, que já apresenta algumas dificuldades no quesito "lucidez" e muitas coisas ele já não interpreta como realmente são. Ele não fantasia, mas inverte. Já minha mãe, acredito que a mãe dela (que também tem 80 anos) está mais tranquila e com a saúde menos abalada do que a filha, ou melhor, ela ainda tem os nervos saudáveis. Minha mãe perde o controle em me ouvir falar por poucos minutos (poucos mesmo heim), se irrita com facilidade ao deparar com algo que tenha referências do meu pai e se arrepende hoje de muitas coisas que aconteram na vida dela.
Aí alguém me perguntaria de novo: Por que eles não se separam de uma vez por todas?
Eu também queria saber responder essa pergunta. Por isso que eu sempre digo, que não convivo mais com adultos, mas tenho 2 crianças em casa. É complicado porque de alguma forma, se eu tinha referência biológica, esta já foi por água abaixo e é fato que minha família está envelhecendo.
Quem ler esse texto vai imaginar que sou a filha mais fria e calculista da face da Terra, mas não é isso. Eu fiz por onde ajudar, mas se as pessoas não se ajudam , não posso fazer nada (principalmente quando jogam na sua cara que vc é imatura ... isso me tira do sério, já que sempre acreditei que eu amadureci muito rápido ou antes do que se espera de alguém) e sei que as atitudes que me levaram a pensar assim não foram feitas de cabeça quente.
Meus pais são pessoas boas, quando não estão no mesmo ambiente rsss ... eles são sociáveis, conversáveis, mas não juntos ... ou seja, ninguém precisa ter medo deles.
Enquanto issso permaneço na cautela, já que tenho que morar no mesmo ambiente. Isso não me intimida, vigio e protejo apenas um cavalo dessa chuva - o meu.
"Sou alguém que está entre o admirável e o insuportável. E só vou gostar de quem realmente gostar de mim."
Na verdade, quem me conhece bem sabe disso, eu não suporto ficar em casa porque sou ligada no 220, então eu tenho que ter contato com gente, tenho que fazer algo, me movimentar seja lá pelo que for, não sei ficar quieta (e quando eu estiver, esteja certo que estou doente), só que em casa não dá.
Parece estranho, mas é fato, o que eu posso fazer? NADA!! Aliás, é bem isso mesmo. Nunca escondi que meus pais vivem uma crise e que isso me incomoda porque eles pensam que podem me fazer de "leva e traz". Porra, não suporto isso e não faço, esse tipo de atitude é coisa de gente medíocre e eu não tenho paciência com gente assim. Apesar de ter, modéstia a parte, uma paciência incomum, talvez seja isso que me ajuda a permanecer de pé, sempre acreditei que o ser humano pode mudar pra melhor, pode trilhar caminhos para "sair de uma vida de migalhas", mas aí é que está - isso faz quem quer. Pra mim, se
acomodar com uma situação significa querer viver na "monguice" ... ahhh, pára com isso.
Aí alguém me perguntaria: por que vc não sai de casa? Vc já tentou fazer algo para amenizar a situação?
Minha resposta é curta e grossa: Já tentei inúmeras vezes, mas não me esforço para mudar nada para eles, nem por eles. Se não quiser me ouvir em casa, lá fora tem quem queira. Para muitos sou a voz da experiência, para eles sou imatura e nem comecei a viver. Eu entendo o que não tem entendimento e finjo que aguento os 40 anos que nos separam. E isso realmente depende de cada um - meu pai tem um irmão de 80 anos, que aparente é mais novo que o meu pai (que tem 65) e é um cara que está sempre bem informado, que dirige com tranquilidade, vive bem, conversa sobre qualquer assunto, é um cara
firmeza, é lúcido ... tem gente que se espanta ao saber que ele é bem mais velho que meu pai, que já apresenta algumas dificuldades no quesito "lucidez" e muitas coisas ele já não interpreta como realmente são. Ele não fantasia, mas inverte. Já minha mãe, acredito que a mãe dela (que também tem 80 anos) está mais tranquila e com a saúde menos abalada do que a filha, ou melhor, ela ainda tem os nervos saudáveis. Minha mãe perde o controle em me ouvir falar por poucos minutos (poucos mesmo heim), se irrita com facilidade ao deparar com algo que tenha referências do meu pai e se arrepende hoje de muitas coisas que aconteram na vida dela.
Aí alguém me perguntaria de novo: Por que eles não se separam de uma vez por todas?
Eu também queria saber responder essa pergunta. Por isso que eu sempre digo, que não convivo mais com adultos, mas tenho 2 crianças em casa. É complicado porque de alguma forma, se eu tinha referência biológica, esta já foi por água abaixo e é fato que minha família está envelhecendo.
Quem ler esse texto vai imaginar que sou a filha mais fria e calculista da face da Terra, mas não é isso. Eu fiz por onde ajudar, mas se as pessoas não se ajudam , não posso fazer nada (principalmente quando jogam na sua cara que vc é imatura ... isso me tira do sério, já que sempre acreditei que eu amadureci muito rápido ou antes do que se espera de alguém) e sei que as atitudes que me levaram a pensar assim não foram feitas de cabeça quente.
Meus pais são pessoas boas, quando não estão no mesmo ambiente rsss ... eles são sociáveis, conversáveis, mas não juntos ... ou seja, ninguém precisa ter medo deles.
Enquanto issso permaneço na cautela, já que tenho que morar no mesmo ambiente. Isso não me intimida, vigio e protejo apenas um cavalo dessa chuva - o meu.
"Sou alguém que está entre o admirável e o insuportável. E só vou gostar de quem realmente gostar de mim."
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Já deveria ter me acostumado
Cisma louca essa que eu tenho.
Pior ... não posso falar o que penso ... não por enquanto.
Preciso ser cautelosa, mas o que vejo, ouço, leio e interpreto me pede pra sair do sério.
Eu admiro a minha paciência (será que ainda tem resquiços no meu corpo das capsulas que eu tomava há 1 ano? ), mas isso vai acabar.
Muitas coisas mudarão de percurso, contudo estou equilibrada e entendendo coisas que não tem entendimento.
Tem gente que ainda não percebeu, mas está quase "caindo do cavalo" e falta de aviso não foi. Talvez, seja melhor que aconteça para que aprenda de uma vez por todas a "escutar". Aqui o Diabo não veste prada, veste uma farda simples, que seduz, te testa e te coloca em posição de otário, ao invés de vencedor.
Cuide-se bem.
Pior ... não posso falar o que penso ... não por enquanto.
Preciso ser cautelosa, mas o que vejo, ouço, leio e interpreto me pede pra sair do sério.
Eu admiro a minha paciência (será que ainda tem resquiços no meu corpo das capsulas que eu tomava há 1 ano? ), mas isso vai acabar.
Muitas coisas mudarão de percurso, contudo estou equilibrada e entendendo coisas que não tem entendimento.
Tem gente que ainda não percebeu, mas está quase "caindo do cavalo" e falta de aviso não foi. Talvez, seja melhor que aconteça para que aprenda de uma vez por todas a "escutar". Aqui o Diabo não veste prada, veste uma farda simples, que seduz, te testa e te coloca em posição de otário, ao invés de vencedor.
Cuide-se bem.
Te olhando ...
"Desculpa...se te olho profundamente,
Rente à pele...
A ponto de ver seus ancestrais...
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada...
Muito antes dos seus passos.
Eu não vou separar as minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser
Vibrante, errante, sujo, livre, quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente."
Rente à pele...
A ponto de ver seus ancestrais...
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada...
Muito antes dos seus passos.
Eu não vou separar as minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser
Vibrante, errante, sujo, livre, quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente."
Criando clima
"É fácil conquistar novas amizades
onde o desconhecido passa a ser uma façanha,
uma surpresa nova a cada encontro e a cada despedida...
Difícil é conquistar a mesma amizade,
a mesma pessoa todos os dias
e ser uma surpresa nova a cada encontro,
quebrando a rotina de cada despedida,
deixando aquele clima de não ver a hora do reencontro..."
onde o desconhecido passa a ser uma façanha,
uma surpresa nova a cada encontro e a cada despedida...
Difícil é conquistar a mesma amizade,
a mesma pessoa todos os dias
e ser uma surpresa nova a cada encontro,
quebrando a rotina de cada despedida,
deixando aquele clima de não ver a hora do reencontro..."
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