Já faz tanto tempo que não escrevo, que nem sei se ainda sei faze-lo.
Eu ando tão pilhada, o mundo resolveu desabar na minha cabeça e acredito que chegou o tempo da metamorfose. Nem acredito que algumas pessoas resolveram se mexer e estão pagando a língua por desconfiarem da minha palavra. Isso é ótimo, mas estou cansada, definitivamente cansada!!
E aquele traste que não me deixa subir de cargo?
Preciso sumir, reencontrar amigos, de colo ... e de um scarpin com um salto de 10 cm que eu vi e adoorreeeiii.
Tantos planos em mente ... e agora é Brasília ou Rio de Janeiro? Cadê a madre que não me dá resposta??
De mãos "quase" atadas e o meu corpo pede arrego!!!
"Nunca pensei,
um dia chegar
te ouvir dizer não é por mal,
hoje vou te fazer chorar, mas hoje vou te fazer chorar.
Não tenho muito tempo
tenho medo de ser um só
tenho medo de ser só um
alguém pra se lembrar, alguém pra se lembrar"
Pato Fu (desenterrei)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
F5
Atualizando o servidor =)
Passei muito tempo sem escrever aqui, por falta de tempo mesmo. Hoje, domingo sem graça que fiquei sem internet depois da chuva e estou a espera da Telefônica resolver o problema, sentei a frente do pc pra atualizar essa bagaça.
Esse último final de semana eu não estive bem, trabalhei na marra, chorei de raiva (fazia tempo que não rolava uma lágrima no meu rosto), fiquei sem internet, paciência esgotada, linha dura, pavio curto mesmo, muito mal ... e para que minha pessoa chegue a esse ponto, é porque estive no ápice da situação.
Falando em trabalhar, o cerco na Oi está apertando e sinceramente não sei o que será daquele lugar. Se as coisas permanecerem assim e se de fato meu chefe for embora, muita gente vai enlouquecer (ou pedir as contas). A Harebaba ainda carrega consigo um fio de esperança, depositado na dedicação que o Dady tem conosco ... entre nós funciona o dito "um por todos e todos por um", mas não adianta somente nós fazermos a nossa parte. Cadê a OI?? A culpa das coisas que acontecem naquele lugar não é dos atuais gestores e vice gestores, mas dos nossos mega gestores (a raça chata da Bahia).
Outro dia eu trabalhei na Avenida Paulista, saudades daquele lugar ... dos tempos que eu trabalhava e andava mais no centro, outro naipe, outro ar, cheiro de dinheiro, gente bonita, bem vestida e capitalista. Não adiantou muita coisa, continuarei trabalhando no mesmo lugar, na velha Lapa.
O pior de tudo é saber que meu dady vai embora e que corro risco de vida por lá. Isso porque, há alguns meses assumi a posição de vice gestora da equipe e com a saída dele é natural que eu me torne a gestora oficial, mas não é o que vejo e não é o clima que sinto no espaço. Já briguei muito lá dentro, meu chefe tem feito isso por mim também, mas como disse antes, a culpa é do cachorro grande, mas sobra pro osso pagar.
Já no Leo Penha as coisas andam de vento em popa: em um ano conquistamos o 1º lugar no ranking na realização de atividades e eficiência, e recentemente por conta disso, considerado o melhor clube do distrito. Em consequência, serei homenageada como melhor secretária e diretora e meus companheiros em seus respectivos cargos. Por causa disso, querem me colocar como vice presidente ou me manter como secretária e já sou coordenadora de comunicação. Lançamos o portal leopenha.com onde a quem interessar, conhecerá o funcionamento do clube e do movimento leoístico.
Estamos a disposição para solucionar eventuais dúvidas e também em redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut e no Youtube).
Comentei em outro texto que minha mãe viajou a fim de não voltar mais ... ela não aguentou,voltou e ainda trouxe na mala a minha avó kkkkkkkkkk. Fazia tempo que eu não encontrava aquela velhinha simpática, pequenina, falante e que adora um café (a matriarca dos Castilhos lembrou alguém ai? rs ... não coincide no quesito altura, pois, de acordo com as mulheres da família, eu sou a mais alta). Ela se espantou comigo e não entendi certas coisas, sei lá. Talvez por conviver mais com a família dos meus amigos do que com a minha, acho estranho alguém sentir algo tão forte sem conhecer direito, tipo, cobrando atenção e amor que eu não tenho por não conviver do mesmo jeito que acontece com os meus primos entende?
Minha mãe e minha tia contaram que eu fui assunto durante dias, só faltaram me santificar. E na verdade eu sou uma estranha para eles, sou a única que nasceu em São Paulo e não conviveu com os demais (meu irmão também). Eu não sabia que eu era a "top" de todos os netos da velhota: "a Taty? ela é publicitária, mora em São Paulo, vai ficar rica primeiro, ainda não casou, cresceu pra caramba, é a mais alta de todas, vai ficar famosa..." eiiittaaa, fiquei rosa chiclete quando soube dessas coisas e dei risada, fazer o que né? Fazia uns 15 anos que eu não encontrava a minha avó, só que ela já voltou pra casa dela,
definitivamente ela não gosta de São Paulo nem por decreto. O melhor dessa visita foram as risadas que ela me provocou: ela ama o meu pai e a própria filha dela não tem paciência com a mãe, HILÁAAAAARRRIIIIOOOOO, rashowbico!!!
Depois disso veio a colação de grau do Henrique (pqp não é que o cara é biomédico mesmo?). Vamos ver se ele aguenta o fardo e toma juízo de vez. Aliás, juízo mesmo ninguém na minha casa tem e a situação dos meus pais não tem pé nem cabeça, não anda ... o que será que eles querem da própria vida?
E eu aqui, vivendo nessa turbulência, sozinha, perdida como cego em tiroteio, vou fazendo o que dá. Estou tranquila, mas cautelosa ... estou como uma pedra, lembrando que aquele que se atrever a me subestimar vai se ferrar. Isso não é praga, é fato e já tem gente pagando a língua.
** A quem interessar, acesse:
Portal: http://www.leopenha.com/
Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=4737505374291948632
Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=86057317
Twitter: @leoclubepenha
Facebook: http://www.facebook.com/home.php?#!/group.php?gid=187411196210&ref=mf
Youtube: www.youtube.com/LeoPenhaOficial
Alt + F4
Passei muito tempo sem escrever aqui, por falta de tempo mesmo. Hoje, domingo sem graça que fiquei sem internet depois da chuva e estou a espera da Telefônica resolver o problema, sentei a frente do pc pra atualizar essa bagaça.
Esse último final de semana eu não estive bem, trabalhei na marra, chorei de raiva (fazia tempo que não rolava uma lágrima no meu rosto), fiquei sem internet, paciência esgotada, linha dura, pavio curto mesmo, muito mal ... e para que minha pessoa chegue a esse ponto, é porque estive no ápice da situação.
Falando em trabalhar, o cerco na Oi está apertando e sinceramente não sei o que será daquele lugar. Se as coisas permanecerem assim e se de fato meu chefe for embora, muita gente vai enlouquecer (ou pedir as contas). A Harebaba ainda carrega consigo um fio de esperança, depositado na dedicação que o Dady tem conosco ... entre nós funciona o dito "um por todos e todos por um", mas não adianta somente nós fazermos a nossa parte. Cadê a OI?? A culpa das coisas que acontecem naquele lugar não é dos atuais gestores e vice gestores, mas dos nossos mega gestores (a raça chata da Bahia).
Outro dia eu trabalhei na Avenida Paulista, saudades daquele lugar ... dos tempos que eu trabalhava e andava mais no centro, outro naipe, outro ar, cheiro de dinheiro, gente bonita, bem vestida e capitalista. Não adiantou muita coisa, continuarei trabalhando no mesmo lugar, na velha Lapa.
O pior de tudo é saber que meu dady vai embora e que corro risco de vida por lá. Isso porque, há alguns meses assumi a posição de vice gestora da equipe e com a saída dele é natural que eu me torne a gestora oficial, mas não é o que vejo e não é o clima que sinto no espaço. Já briguei muito lá dentro, meu chefe tem feito isso por mim também, mas como disse antes, a culpa é do cachorro grande, mas sobra pro osso pagar.
Já no Leo Penha as coisas andam de vento em popa: em um ano conquistamos o 1º lugar no ranking na realização de atividades e eficiência, e recentemente por conta disso, considerado o melhor clube do distrito. Em consequência, serei homenageada como melhor secretária e diretora e meus companheiros em seus respectivos cargos. Por causa disso, querem me colocar como vice presidente ou me manter como secretária e já sou coordenadora de comunicação. Lançamos o portal leopenha.com onde a quem interessar, conhecerá o funcionamento do clube e do movimento leoístico.
Estamos a disposição para solucionar eventuais dúvidas e também em redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut e no Youtube).
Comentei em outro texto que minha mãe viajou a fim de não voltar mais ... ela não aguentou,voltou e ainda trouxe na mala a minha avó kkkkkkkkkk. Fazia tempo que eu não encontrava aquela velhinha simpática, pequenina, falante e que adora um café (a matriarca dos Castilhos lembrou alguém ai? rs ... não coincide no quesito altura, pois, de acordo com as mulheres da família, eu sou a mais alta). Ela se espantou comigo e não entendi certas coisas, sei lá. Talvez por conviver mais com a família dos meus amigos do que com a minha, acho estranho alguém sentir algo tão forte sem conhecer direito, tipo, cobrando atenção e amor que eu não tenho por não conviver do mesmo jeito que acontece com os meus primos entende?
Minha mãe e minha tia contaram que eu fui assunto durante dias, só faltaram me santificar. E na verdade eu sou uma estranha para eles, sou a única que nasceu em São Paulo e não conviveu com os demais (meu irmão também). Eu não sabia que eu era a "top" de todos os netos da velhota: "a Taty? ela é publicitária, mora em São Paulo, vai ficar rica primeiro, ainda não casou, cresceu pra caramba, é a mais alta de todas, vai ficar famosa..." eiiittaaa, fiquei rosa chiclete quando soube dessas coisas e dei risada, fazer o que né? Fazia uns 15 anos que eu não encontrava a minha avó, só que ela já voltou pra casa dela,
definitivamente ela não gosta de São Paulo nem por decreto. O melhor dessa visita foram as risadas que ela me provocou: ela ama o meu pai e a própria filha dela não tem paciência com a mãe, HILÁAAAAARRRIIIIOOOOO, rashowbico!!!
Depois disso veio a colação de grau do Henrique (pqp não é que o cara é biomédico mesmo?). Vamos ver se ele aguenta o fardo e toma juízo de vez. Aliás, juízo mesmo ninguém na minha casa tem e a situação dos meus pais não tem pé nem cabeça, não anda ... o que será que eles querem da própria vida?
E eu aqui, vivendo nessa turbulência, sozinha, perdida como cego em tiroteio, vou fazendo o que dá. Estou tranquila, mas cautelosa ... estou como uma pedra, lembrando que aquele que se atrever a me subestimar vai se ferrar. Isso não é praga, é fato e já tem gente pagando a língua.
** A quem interessar, acesse:
Portal: http://www.leopenha.com/
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Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=86057317
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Alt + F4
Diário de uma adolescente
São Paulo, algum dia de meados do ano 2000
"Querido diário
Aquele diário rosa, de capa florida com um cadeado lembra? Acabaram as folhas dele e eu não tenho onde escrever meus segredos. Tenho que registrar uma coisa: no auge dos meus 15 anos ... putz, eu aparento ter um pouco mais ... estudo e não me preocupo com muita coisa, mas sofro constantes adaptações.
Quando eu era criança, minha mãe me ensinou a ter medo dos meninos, dizia que eu não podia andar com eles, que eram perigosos, se metiam em encrencas e eram briguentos. Vc sabe que as tias da escola me vigiavam e contavam tudo pra minha mãe na hora em que ela ia me buscar. Contavam até quantas vezes eu tinha ido ao banheiro e se tinha comido o lanche de lá. Aquele tempo era dose, não podia sair na rua, não podia fazer trabalho na casa das colegas e só podia ter amizade (quando era menino) com o Rodolfo, que é filho de uma amiga dela e que estudava comigo.
Agora com 15 anos, já no ensino médio e estudando longe de casa mudou tudo, graças a Deus. A primeira coisa que aconteceu foi arrumar amizade com os meninos e aprender a falar os palavrões da moda. Montei um partido político e meu grupo da sala, que de 10 pessoas 7 eram homens que aterrorizam na escola.
Nós éramos modernos demais e pior de tudo, não aprontamos, não matamos aula, nem nada ... mas metemos medo nos outros... acho que é porque ao invés de nos comprimentarmos com um "bom dia", dizemos "anaue", como nos tempos da guerra. Nós sempre tiramos as melhores notas, fazemos os melhores trabalhos... é SEMPRE assim: "quem vem na lousa hoje são: Fernando, Sidney, Paulo Henrique, Euler, Jorge, Jamil, Felipe, Aline, Daniela e ... adivinha? EU". SEMPRE NÓS.
Ali não tinha mais jeito, até na cozinha da escola as tias sabiam quem era cada um. Quando elas descobriram que nós sabiamos que elas levavam lanche pra casa, nós ficamos na melhor: se elas não dessem pra gente o que nós queriamos da cozinha, denunciavamos pra diretora.
E o dia que fizemos um coquetel molotov na sala de aula? Quase que ela foi pro espaço rs ... ficou um trambolho azulado lá.
Até aí parece tudo normal né? Mas as coisas ficaram diferentes, quando eu descobri que esqueceram de ensinar para os outros meninos, que eu sou uma menina e não um objeto."
"Querido diário
Aquele diário rosa, de capa florida com um cadeado lembra? Acabaram as folhas dele e eu não tenho onde escrever meus segredos. Tenho que registrar uma coisa: no auge dos meus 15 anos ... putz, eu aparento ter um pouco mais ... estudo e não me preocupo com muita coisa, mas sofro constantes adaptações.
Quando eu era criança, minha mãe me ensinou a ter medo dos meninos, dizia que eu não podia andar com eles, que eram perigosos, se metiam em encrencas e eram briguentos. Vc sabe que as tias da escola me vigiavam e contavam tudo pra minha mãe na hora em que ela ia me buscar. Contavam até quantas vezes eu tinha ido ao banheiro e se tinha comido o lanche de lá. Aquele tempo era dose, não podia sair na rua, não podia fazer trabalho na casa das colegas e só podia ter amizade (quando era menino) com o Rodolfo, que é filho de uma amiga dela e que estudava comigo.
Agora com 15 anos, já no ensino médio e estudando longe de casa mudou tudo, graças a Deus. A primeira coisa que aconteceu foi arrumar amizade com os meninos e aprender a falar os palavrões da moda. Montei um partido político e meu grupo da sala, que de 10 pessoas 7 eram homens que aterrorizam na escola.
Nós éramos modernos demais e pior de tudo, não aprontamos, não matamos aula, nem nada ... mas metemos medo nos outros... acho que é porque ao invés de nos comprimentarmos com um "bom dia", dizemos "anaue", como nos tempos da guerra. Nós sempre tiramos as melhores notas, fazemos os melhores trabalhos... é SEMPRE assim: "quem vem na lousa hoje são: Fernando, Sidney, Paulo Henrique, Euler, Jorge, Jamil, Felipe, Aline, Daniela e ... adivinha? EU". SEMPRE NÓS.
Ali não tinha mais jeito, até na cozinha da escola as tias sabiam quem era cada um. Quando elas descobriram que nós sabiamos que elas levavam lanche pra casa, nós ficamos na melhor: se elas não dessem pra gente o que nós queriamos da cozinha, denunciavamos pra diretora.
E o dia que fizemos um coquetel molotov na sala de aula? Quase que ela foi pro espaço rs ... ficou um trambolho azulado lá.
Até aí parece tudo normal né? Mas as coisas ficaram diferentes, quando eu descobri que esqueceram de ensinar para os outros meninos, que eu sou uma menina e não um objeto."
terça-feira, 16 de março de 2010
Onde está a fortaleza?
"Ser forte é tentar te esquecer, mesmo te amando.
É ter que falar com você sem olhar nos seus olhos para não transparecer o meu amor.
É vê-lo com outra e ter que ficar calada, é não correr para seus braços e implorar para que fique comigo. É não deixar cair uma lágrima ao saber de notícias suas, e se alguém me perguntar: Você ainda gosta dele?
Ser forte é responder que não sinto nada por você, mesmo que minha vontade seja gritar para o mundo que ainda te amo.
Ser forte é chorar escondido e sorrir na sua frente, é sonhar com você e acordar descobrindo que tudo não passou de um sonho, é tentar tirar você da minha cabeça, sabendo que nunca tirarei você do meu coração!
Difícil não é lutar por aquilo que se quer e sim ter que deixar aquilo que mais ama.
Eu tive que deixar, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."
Autor desconhecido
É ter que falar com você sem olhar nos seus olhos para não transparecer o meu amor.
É vê-lo com outra e ter que ficar calada, é não correr para seus braços e implorar para que fique comigo. É não deixar cair uma lágrima ao saber de notícias suas, e se alguém me perguntar: Você ainda gosta dele?
Ser forte é responder que não sinto nada por você, mesmo que minha vontade seja gritar para o mundo que ainda te amo.
Ser forte é chorar escondido e sorrir na sua frente, é sonhar com você e acordar descobrindo que tudo não passou de um sonho, é tentar tirar você da minha cabeça, sabendo que nunca tirarei você do meu coração!
Difícil não é lutar por aquilo que se quer e sim ter que deixar aquilo que mais ama.
Eu tive que deixar, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."
Autor desconhecido
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
As verdades dos últimos dias
Ando sem tempo mesmo, quando vejo já anoiteceu ... a última vez que isso aconteceu eu ainda era universitária, fazia tcc, inglês, era monitora de classe, catequista de crisma e estagiária de marketing no HC. Há muito tempo eu não precisava administrar meu tempo como antes, que eu não o tinha nem para dormir.
Falando nesse assunto, fiquei chateada ao perceber que terei que adiar mais uma vez a minha pós graduação, enfim, coisas que acontecem, mas não vejo a hora de ocupar uma cadeira na sala de aula de novo. Não é loucura não, é vontade mesmo, adoro atormentar um professor rs. A Casper, a ESPM, o Mackenzie gritam meu nome e eu não consigo atender. Tive que assumir coisas que eu não queria, mas por força maior ainda não posso fugir.
No meio da turbulência assisto as coisas acontecerem - minha mãe viajou pra Manaus e deixou pouquíssimas coisas por aqui, eu pago pra ver se ela vai mesmo fazer o que planeja. Enquanto isso meu irmão se prepara para ir a Brasília e para a colação de grau (não é que o tranqueira agora é biomédico com direito a ser chamado de doutor?) e depois que isso acontecer fixar residência em Manaus ... e meu pai a cada dia que passa se torna uma pessoa difícil de conviver.
No meio dessa brincadeira pareço uma cega no tiroteio, não tenho pra onde correr... mas também não ligo, não me envolvo. Estou pagando qualquer valor pra ver o desfecho dessa história, que em muito em breve deverá acontecer (assim espero).
Tem ainda o lance da empresa: até o momento vem sendo produtivo trabalhar também como gestora na Oi, apesar das grandes mancadas que ela vem apresentando. Apesar de me considerar uma pessoa que se adapta com facilidade a mudanças, não sou trouxa. Eu fico com raiva quando acontece divergência de informação e/ou quando esta chega com atraso. Não gosto de coisas mal feitas e de ter planejado algo pra executar durante algum tempo e vir um infeliz lá dos confins da Bahia mandando mudar tudo. Detalhe - a mudança deveria ter ocorrido em 01/02 e a informação chegou 10 dias depois... coisas da Bahia?
Enfim, provaram pra mim que planejamento ali não existe e se eles quiserem, tenho gabarito para ensina-los a fazer um bem eficiente. Não seria a primeira vez, já desafiei um coordenador de área a fazer um planejamento para trabalhar com endomarketing e até hoje eu o aguardo na minha mesa. Como eu não posso e não quero passar por cima das ordens de ninguém, deixa como está.
Outra coisa que me deixou com raiva foi o boicote do recrutamento no processo seletivo. Aquela prova foi mais dolorida do que a Fuvest que prestei há alguns anos, doeu até na alma. O resultado demorou e para a surpresa de todos, de 90 pessoas apenas 4 foram aprovadas. Peraí, tem tanta gente burra trabalhando lá? Eu desacredito. Pessoas com quesitos superiores aos meus foram reprovados, mas o importante é que o processo será reanalizado e acredito que existe um erro brutal da parte do recrutamento. Só sei que muita gente quis arrebentar aquela sala.
Por enquanto vou vivendo, sem pressa e fingindo que nada acontece. Só saberei qual caminho percorrer na 2ª quinzena de Fevereiro e enquanto ela não chega, trabalharei o carnaval todo substituindo meu chefe enquanto ele está na praia salgando o tubil, meu irmão na mesma onda e minha mãe em Manaus em meio aos índios.
Só pra não esquecer - EU ODEIO O CARNAVAL!!
Falando nesse assunto, fiquei chateada ao perceber que terei que adiar mais uma vez a minha pós graduação, enfim, coisas que acontecem, mas não vejo a hora de ocupar uma cadeira na sala de aula de novo. Não é loucura não, é vontade mesmo, adoro atormentar um professor rs. A Casper, a ESPM, o Mackenzie gritam meu nome e eu não consigo atender. Tive que assumir coisas que eu não queria, mas por força maior ainda não posso fugir.
No meio da turbulência assisto as coisas acontecerem - minha mãe viajou pra Manaus e deixou pouquíssimas coisas por aqui, eu pago pra ver se ela vai mesmo fazer o que planeja. Enquanto isso meu irmão se prepara para ir a Brasília e para a colação de grau (não é que o tranqueira agora é biomédico com direito a ser chamado de doutor?) e depois que isso acontecer fixar residência em Manaus ... e meu pai a cada dia que passa se torna uma pessoa difícil de conviver.
No meio dessa brincadeira pareço uma cega no tiroteio, não tenho pra onde correr... mas também não ligo, não me envolvo. Estou pagando qualquer valor pra ver o desfecho dessa história, que em muito em breve deverá acontecer (assim espero).
Tem ainda o lance da empresa: até o momento vem sendo produtivo trabalhar também como gestora na Oi, apesar das grandes mancadas que ela vem apresentando. Apesar de me considerar uma pessoa que se adapta com facilidade a mudanças, não sou trouxa. Eu fico com raiva quando acontece divergência de informação e/ou quando esta chega com atraso. Não gosto de coisas mal feitas e de ter planejado algo pra executar durante algum tempo e vir um infeliz lá dos confins da Bahia mandando mudar tudo. Detalhe - a mudança deveria ter ocorrido em 01/02 e a informação chegou 10 dias depois... coisas da Bahia?
Enfim, provaram pra mim que planejamento ali não existe e se eles quiserem, tenho gabarito para ensina-los a fazer um bem eficiente. Não seria a primeira vez, já desafiei um coordenador de área a fazer um planejamento para trabalhar com endomarketing e até hoje eu o aguardo na minha mesa. Como eu não posso e não quero passar por cima das ordens de ninguém, deixa como está.
Outra coisa que me deixou com raiva foi o boicote do recrutamento no processo seletivo. Aquela prova foi mais dolorida do que a Fuvest que prestei há alguns anos, doeu até na alma. O resultado demorou e para a surpresa de todos, de 90 pessoas apenas 4 foram aprovadas. Peraí, tem tanta gente burra trabalhando lá? Eu desacredito. Pessoas com quesitos superiores aos meus foram reprovados, mas o importante é que o processo será reanalizado e acredito que existe um erro brutal da parte do recrutamento. Só sei que muita gente quis arrebentar aquela sala.
Por enquanto vou vivendo, sem pressa e fingindo que nada acontece. Só saberei qual caminho percorrer na 2ª quinzena de Fevereiro e enquanto ela não chega, trabalharei o carnaval todo substituindo meu chefe enquanto ele está na praia salgando o tubil, meu irmão na mesma onda e minha mãe em Manaus em meio aos índios.
Só pra não esquecer - EU ODEIO O CARNAVAL!!
Engine 2.5
Engine 2.5 a todo vapor!!!
Aquele dia começou diferente em tudo. Ah como eu queria que naquela semana depois da 4ª feira já pulasse direto pra 6ª ... nossa, falta pouco para me tornar uma balzaquiana ... 2 décadas e meia é muita coisa, meu coraçãozinho não aguenta. Ainda bem que eu não preciso comprar Renew ou Chronos, meu rosto ainda não condena a minha idade.
Isso me lembra que o meu prazo pessoal para conquistar algumas coisas está acabando!!
Choveu telefonemas, sms, scraps, rolou festa na empresa, barzinho, Pizza Hut com os meninos do Quarteto ... foram 3 dias de comemoração sem querer (deu de encontro com o níver do meu chefe, que era no dia seguinte, ta aí o porque do barzinho). Foi bem legal.
E mais uma vez, passo por adaptações em tudo: estou mais seletiva do que nunca. Se me chamares pra ir a uma balada, terás que me dar uma grande razão para que me submeta a tal aparição. Esse tipo de coisa não me satisfaz já faz algum tempo e já estava na hora de cortar. Resgatei a vontade de praticar artes marciais para única e exclusiva defesa pessoal, nada de deformar meu corpo ou sair batendo nas pessoas por aí, eu ainda tenho juízo. Minha mãe já reclamou muito por causa disso, sempre me perguntando porque eu não tinha vontade de ser bailarina ... mas ainda não sei se praticarei esgrima, jiu jitsu ou karatê, não é tão fácil quanto parece. Preciso procurar academia, adequar horários, uma série de coisas (principalmente descobrir se minha saúde permite). Agora que ela não me segura mais, fica mais fácil rs.
Aquele ar de mulher fria, calculista, racional, amarga e egoísta está a solta. Quando eu disse que esse ano eu tocaria o terror, não estava brincando. O tempo passou, me tornei mais maleável, só que isso acabou. Contudo a minha essência permanece.
A cada ano que passa, ser mais e melhor ;-)
Viva a soda italiana de maçã e aos bolos que comi!!!
Aquele dia começou diferente em tudo. Ah como eu queria que naquela semana depois da 4ª feira já pulasse direto pra 6ª ... nossa, falta pouco para me tornar uma balzaquiana ... 2 décadas e meia é muita coisa, meu coraçãozinho não aguenta. Ainda bem que eu não preciso comprar Renew ou Chronos, meu rosto ainda não condena a minha idade.
Isso me lembra que o meu prazo pessoal para conquistar algumas coisas está acabando!!
Choveu telefonemas, sms, scraps, rolou festa na empresa, barzinho, Pizza Hut com os meninos do Quarteto ... foram 3 dias de comemoração sem querer (deu de encontro com o níver do meu chefe, que era no dia seguinte, ta aí o porque do barzinho). Foi bem legal.
E mais uma vez, passo por adaptações em tudo: estou mais seletiva do que nunca. Se me chamares pra ir a uma balada, terás que me dar uma grande razão para que me submeta a tal aparição. Esse tipo de coisa não me satisfaz já faz algum tempo e já estava na hora de cortar. Resgatei a vontade de praticar artes marciais para única e exclusiva defesa pessoal, nada de deformar meu corpo ou sair batendo nas pessoas por aí, eu ainda tenho juízo. Minha mãe já reclamou muito por causa disso, sempre me perguntando porque eu não tinha vontade de ser bailarina ... mas ainda não sei se praticarei esgrima, jiu jitsu ou karatê, não é tão fácil quanto parece. Preciso procurar academia, adequar horários, uma série de coisas (principalmente descobrir se minha saúde permite). Agora que ela não me segura mais, fica mais fácil rs.
Aquele ar de mulher fria, calculista, racional, amarga e egoísta está a solta. Quando eu disse que esse ano eu tocaria o terror, não estava brincando. O tempo passou, me tornei mais maleável, só que isso acabou. Contudo a minha essência permanece.
A cada ano que passa, ser mais e melhor ;-)
Viva a soda italiana de maçã e aos bolos que comi!!!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Na correria, sem querer
Aos plantonistas do blog!!!!
Ando sem tempo, na correria, queimando os neurônios e resolvendo transtornos, sem querer. Por incrível que pareça, mal entro na internet, minhas redes estão "largadas" rs.
Em breve, posto os textos que escrevi e visitarei os blogs, orkuts, twitters, facebooks e afins OK?
Status: Volto Logo!!!
The Smurf Mídia (=
Ando sem tempo, na correria, queimando os neurônios e resolvendo transtornos, sem querer. Por incrível que pareça, mal entro na internet, minhas redes estão "largadas" rs.
Em breve, posto os textos que escrevi e visitarei os blogs, orkuts, twitters, facebooks e afins OK?
Status: Volto Logo!!!
The Smurf Mídia (=
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