Eis a história de uma das melhores presepadas como aluna de comunicação.
Putz, como eu lembrei disso?? rsss ... grandes recordações com a Marisa e a Elaine. Essa vai pra vcs!!!
Na verdade esse texto seria o editorial da revista, que agora não lembro porque não foi publicado =)
A revista TEM foi elaborada e vem sendo executada com o intuito de levar ao leitor, informações relacionadas ao seu cotidiano e interesse,dentre elas uma extensão sobre atualidades em sua carreira profissional. Como não poderia deixar de ser, nós da redação, que obrigatoriamente estamos sempre atualizadas em relação as nossas carreiras,fazemos uma extensão de nossa própria atualidade,descrevendo como surgiu a idéia de veicular uma produção desse nível, afinal, é a nossa realidade de comunicólogas e agentes de informação.Começando então como funciona a elaboração de roteiro a ser publicado... não tínhamos o que colocar aqui, então estamos “tapando o buraco” com isso... e você entenderá como trabalhamos e como nos dá trabalho trabalhar para trazer e fazer sempre o melhor pra você!!!
“ Tudo começou quando estávamos na faculdade e fora solicitado 2 projetos. Um deles era elaborar um roteiro a nossa escolha, já o outro não era tão agradável assim,era o abominável projeto interdisciplinar que tínhamos que apresentar por exigência da faculdade e do MEC na qual fazia-nos ler determinada obra que era indicada por eles e tomar inspiração através dela para elaborar um artigo jornalístico + 1 apresentação, porém, convertendo a história para a atualidade e que a interdisciplinaridade reinasse na matéria, ou melhor, no 1° furo jornalístico baseado em fabulas. Não somos nada experientes no assunto...o que fazer? Escrever não é uma tarefa fácil, mas quem gosta viaja quando pega um trabalho desses pra fazer... não é o caso da equipe,mas a correria da vida fez com que o aprofundamento no assunto não fizesse unidade entre nós. Os dias passam e de repente um estalo mental...eureca!!! Decidimos que o roteiro seria de um programa de TV!! Sobre o que? Eis que surgem varias idéias e expectativas de brigas na hora de decidir com qual delas trabalharíamos. Seguiu a idéia de fazer um guia eletrônico para exibir o dia a dia de um profissional de qualquer área, levando a atualidade de sua profissão e perfil necessário para sua qualificação no mercado de trabalho. Batizamos nossa obra prima de TEM NA CARREIRA. Então decidimos fazer uma ponte – interligar os projetos. E o que o programa tem a ver com o outroprojeto? Aparentemente nada, mas pensamos que com a divulgação do programa dentro do artigo jornalístico poderia chamar a atenção dos presentes e quem sabe a chance de veicula-lo na TV aberta...na CNU... enfim onde fosse. Como tudo não deixaria de ser divulgação de informações, tornamos o projeto da faculdade em revista – TEM sempre o melhor pra você !! E nosso artigo jornalístico tornou-se uma publicação interna aos interessados (logicamente a bancada que aplica os conceitos desse projeto). Pensamos em futuramente veicular as edições em distribuição externa assim que uma editora se interessar. O projeto em si ficou, modéstia parte, interessante, bem planejado, lógico, coerente e o artigo de grande valorização em conteúdo. Para que tudo desse certo e como a vida não é um mar de rosas, simplesmente a equipe apanhou do tempo para executa-lo. Foram dias, noites e madrugadas planejando como tudo seria e finalmente ver o produto final. Ele é tão elegante que abrimos uma homepage e e-mail para contatos.
Chega o dia de produzi-la!! A sala de edição (que na verdade era o laboratório de informática do núcleo de comunicação social) tornou-se um verdadeiro manicômio.Todos estavam estressados com o tempo que levamos para o planejamento e a pressão que os professores faziam em relação a maldita apresentação era muito forte. O medo dominava e desconcentrava não somente a nós mas todos os acadêmicos que pela primeira vez se submetiam a um desafio desse porte. E para completar o festiva lde pedradas, mandamos uma copia para a professora de Português, apelidada carinhosamente de “SINHÁ DO MAL” ou “TIA ANACONDA” para correção ortográfica e simplesmente nos pediu para refaze-lo!!
*Detalhe – faltavam nada mais nada menos do que três miseráveis dias para apresenta-lo.
Nosso trabalho foi por água abaixo e quase mandei a maldita refaze-lo de acordo com seu gosto. O que pensar numa hora dessas? Simplesmente perdemos o fio da meada, a paciência, o senso critico e acima de tudo nosso autocontrole que está sempre bem acompanhado de boas doses de educação e boa vontade. Sem escolha, tivemos que reproduzir o artigo em dois dias. Conseguimos finalizar a redação, mas faltava fazer a impressão. Nunca corremos tanto a procura de uma impressora como naquela sexta-feira, enlouquecemos...até que tive a bendita idéia de ir até onde trabalhava para conseguir a impressão, é pertinho mas as ruas são gigantescas subidas,verdadeiras ladeiras...tínhamos somente dez minutos para entrega-lo, incluindo o tempo que eu levaria para faze-la e o meu deslocamento entre os locais,fora o risco que eu corria em encontrar meu chefe por lá ou cair no meio do trajeto de tanta correria que fiz. Meu semblante estava maravilhoso quando retornei ao núcleo, parecia uma morta viva. Minhas colegas de redação ficaram assustadas com o que eu fiz, sem lembrar,logicamente, que não posso correr devido um problema no joelho,tampouco de salto...mas aprendi a fazer Cooper de salto alto...algo um tanto quanto aproveitável. Se alguém tivesse a cara de pau, o desaforamento e atrevimento de me pedir para leva-lo até a professora, juro que “quebraria as pernas” desse meliante, mas alertei meus colegas disso e porventura ela (a ANACONDA) o contrariasse novamente, não controlaria meus impulsos. Mas como alguma coisa durante o dia tinha que ser proveitosa, dessa vez deu tudo certo, ela disse que estava bom, mesmo sem ter concluído a leitura. Continuamos a trabalhar e por ser o ultimo dia, um segundo era muito tempo para ser perdido. A equipe permaneceu até as 17 horas...quer dizer...a menor parcela da equipe – Marisa e Elaine.Todos os pesquisadores se retiraram mais cedo e eu, já bem atrasada, fui trabalhar, o dever me chamava(engraçado que quando precisamos de tempo ele passa rapidamente, numa situação dessas e quando vamos trabalhar então...) e trabalhamos em casa também durante o fim de semana entendendo o que tínhamos feito para não passarmos vergonha diante do povo e construindo a homepage do projeto até 1 da madrugada,ou melhor, nossa revisora e diretora de arte e design Elaine assim o fez. Nosso psicológico permaneceu abalado por dias e a histeria das redatoras e revisoras estava pra lá de Bagdá!! Pena que não fizemos o vídeo com o making off da trabalheira que deu para pesquisar,organizar,diagramar,enquadrar e tudo que terminar com o sufixo “ar” para posteriormente darmos muitas gargalhadas após essa lavagem cerebral que sofremos,ou melhor, tortura psicológica. Ou seria mais uma tortura dar risadas das próprias desgraças? Dizem que é melhor rir do que chorar delas.
Eis que chega o dia da divulgação da revista e como não poderia deixar de ser, alguma coisa tinha que sair errada novamente. O equipamento da sala de apresentações “pifou”, deixamos que o nervosismo invadisse nosso consciente e quase que a casa caiu quando começamos a apresenta-lo...perdemos a linha de raciocínio de tamanha angustia. No fim tudo acabou com chiliques,compra de calmantes e muita água...quase secamos o bebedouro. Era hora de chorar as pitangas no leite derramado!!! Ao sairmos da sala,fizemos a analise geral do projeto e chegamos a conclusão de que somos um lixo, bando de fracassados, maldita idéia de fazer as coisas nesse rumo. Mas espera aí...nem tudo que reluz é ouro também... as coisas só não saíram da maneira que planejamos(como se fosse pouco). De qualquer forma já foi e conquistamos o sucesso com a divulgação da revista eletrônica e os professores que avaliaram a apresentação já portam o endereço e ,se for o caso, poderão reconsiderar alguns pontos e nossos colegas poderão ter acesso ao nosso artigo e fazer pesquisas. Contudo, são inesquecíveis as crises nervosas da criadora e diretora de redação Marisa; os consolos da espécie “não conseguiu?entrega pra Deus...” de Elaine; a folga, o sossego e falta de expressão da equipe masculina de reportagem,integrada por Caio, Jonathan, Eduardo, Cleber e Flavio e finalmente das noites em que eu não dormi, de tudo que tive que aturar, cuidar, brigar, discutir e deixar o autocontrole não entrar em falência. Apesar de tudo,vencemos e aprendemos que não precisamos servir lasanha mas arroz com feijão e no máximo um ovo frito de acompanhamento para agradar. E daqui sai uma dica – se realmente deseja alcançar tudo aquilo que almeja, não se desespere por conta de pedras espalhadas no caminho, pois tudo será recompensador se realmente gostar daquilo que faz e por isso não nos deixamos levar por conta disso. São coisas que acontecem.”
A importância de informar o que ocorre com cada profissional é justamente para que você, leitor e futuro telespectador, possa definir com maior facilidade o que fazer da sua vida, sem correr riscos de optar pela escolha errada e carrega-la pela eternidade. Quer ser jornalista? Publicitário? Comunicólogo? Percebeu que a rotina é pura loucura e correria? Então,a partir de agora faremos com que você absorva o maior conteúdo da carreira de sua preferência, com a próxima edição da TEM.
Enquanto isso na sala de edição...estamos planejando, agora felizes, de semblantes reluzentes, saltitantes e acima de tudo recuperadas dos traumas, nosso próximo capítulo com novidades e brevemente dando frutos e provando que chegamos pra ficar, porque a TEM sempre tem o melhor para você!!!
Se não fosse esse episódio, não saberia correr de salto alto rsss.
PS1: Publicamos 3 edições encontradas no site http://revistatem.hpg.com.br/
PS2: Por acaso da vida (de verdade), TEM é coincidentemente as iniciais de Tatiane, Elaine e Marisa.
Créditos:
Direção e Criação: Marisa Souza
Texto e Revisão: Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Design: Elaine Teixeira, Eduardo Silva, Marisa Souza
Pesquisa: Caio Vinícius, Jonathan Ramos, Cleber Mattos, Flávio Carlos, Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Revista TEM - sempre o melhor pra você
Universidade Cruzeiro do Sul, meados de 2003
Um comentário:
No mês passado a Marisa veio aqui na sub e eu falei desse texto pra ela. Você acredita que ela NÃO SE LEMBROU? Falta de sensibilidade... kkkkkkk já mandei o link pra ela!!!
Depois te ligo!!
abs
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