Não dá pra negar que este ano vem sendo realmente diferente e especial. Um dia eu estava quieta, na minha, esperando minha carona terminar a aula para pegarmos rumo de volta a nossa terra, quando alguém que eu não encontrava desde que findei meus tempos de estagiária surgiu na minha frente.
Abriu um sorriso radiante e veio ao meu encontro. A empolgação tomou conta de nós, a ponto de conversarmos, rapidamente, mas sem termos saído do abraço que nos mantem unidos até então.
Demorei alguns dias para reencontra-lo e enquanto isso não aconteceu entrei na nostalgia: este ser em questão é muito querido por lá, tem uma postura diferenciada e quem conhece sabe que se trata de um gentleman. Com esse perfil, é claro que este era cobiçado e circulava nos sonhos de muitas por ali ... o "estiloso" aqui sempre foi muito elogiado não somente por seus atributos físicos, mas os intelectuais também: ao mesmo tempo em que consegue ser discreto,também é muito crítico (descobri que nada disso mudou).
Aí, um dia desses nos esbarramos por lá de novo. A ocasião pediu um chá e uma conversa pra embalar aquela noite que eu teria uma aula de ...? ah, não lembro mais ... lembro que esses minutos renderam e começamos a colocar o papo de 6 anos - sim 6 anos - em dia. Conversa vai, conversa vem, descobertas aparecem (para os dois lados) e essas "novidades" são impublicáveis (pelo menos por enquanto). Contudo, garanto que foi ótimo saber de tudo.
Sustentamos o nosso vício - conversar horas a fio - sempre preciso olhar o relógio para não perder a hora da aula e quando tem intervalo é a mesma coisa.
Peraí - o leitor vai me perguntar: ele não estuda com vc?
Respondo: não, ele escolheu a arquitetura para se aventurar (cada projeto irado ... alguns já foram até construídos, esse menino só me dá orgulho rs).
Aí me perguntam de novo: mas pq vc falou do intervalo?
Respondo: a sala de trabalho dele fica no mesmo corredor da sala em que tenho aula - mais um motivo pra olhar para o relógio!
O fato é: onde eu disse "... sem termos saído do abraço que nos mantem unidos até então" permanece. Reencontra-lo foi uma das melhores coisas do ano. O tempo realmente é remédio: algo em comum e que, claro, curti saber, que ele foi uma das poucas pessoas que não me despedi naquela época, mas isso não foi de propósito - tive pouco tempo e não o encontrei para isso. Aí ele solta "fiquei mal quando vc saiu daqui, mas foi a melhor coisa sair sem uma despedida. Tivemos a oportunidade do reencontro e hoje somos muito melhores".
Todos esses anos ausentes só nos prepararam para que esse reencontro fosse o melhor de nossas vidas. Hoje estamos juntos, fortes, inseparáveis, porque soubemos ajustar esse período de longa distância. Soubemos nos enxergar novamente e compensar todos esses anos. E deu certo.
"Eu gostaria de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou. Pela sua capacidade de me olhar devagar, já que nessa vida muita gente já me olhou depressa demais."
terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Abraça a loucura antes que seja tarde - parte 2
"Minha alma se liberta cada vez que eu penso em ti
Vai no fundo da saudade e me traz, traz, traz
esses olhos que eu não esqueço nunca mais."
Vai no fundo da saudade e me traz, traz, traz
esses olhos que eu não esqueço nunca mais."
*PS: Eu (Smurf Mídia) não produzi o conteúdo deste vídeo. Procurei o original e o Youtube me deu esse. O que vale aqui é a música. E tenho dito.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Atualizando o servidor
My God! Faz tempo que não escrevo aqui.
Na verdade estou escrevendo, mas para outras finalidades e o tempo para cuidar melhor das minhas redes vem sendo curto.
Ah é, nem contei: consegui entrar na pós graduação. Dizem que os bons filhos sempre voltam pra casa - resolvi voltar pra casa onde me formei, em um campus que eu adoro, mas é contramão pra mim - tudo bem vai, estou acostumada com longitudes: moro longe ou na contramão dos amigos, do trabalho, da faculdade, dos namorados ... faz parte.
Voltar para aquele campus significa, primeiramente, que não fiz essa escolha, foi falta de opção mesmo (na verdade tive que ser transferida pra lá). É também respirar um ar diferente (ali é completamente diferente do campus em que me graduei), reencontrar e conhecer gente interessante.
Não tem como entrar ali e não passar um filme na mente. Esses dias fotografei do terraço do prédio mais novo, a visão dali é incrível. Eu já tinha feito isso há alguns anos, mas perdi as fotos. Falando em reencontros, dei de cara com algumas peças pré históricas de lá, mas bem poucas: de quando eu trabalhava lá na toca (o laboratório de RTV), dá pra contar nos dedos quantos sobraram, sem contar o profs é claro. Por incrível que pareça, ainda não consegui reencontrar o Joubert, mas um dia dou um jeito nisso rs. Fiquei feliz ao reencontrar o Josias, Anderson, Renato, Tim Tim e o David (nem acredito que fiquei tanto tempo sem ver o Davizinho, que pecado) e a minha ex toca, agora gerenciada pelo meu parceiro Edgar Tchaka, vai muito bem obrigada. Mas senti falta do MAC que me fez tão feliz naquele lugar.
Resolvi fazer MBA em Comunicação e Marketing. De alguma forma isso já vem fazendo uma significativa diferença na minha vida, as coisas estão fluindo como planejei, oportunidades estão aparecendo e muito em breve terei todas as minhas metas desse ano concluídas. Minha sala é um lugar recheado de gente inteligente, pessoas conversáveis, sociáveis, de vários níveis. Sala de gente de verdade. O processo é puxado, corrido, mas divertido e valioso. Eu precisava voltar a estudar de alguma forma, é algo que tem até me distraído.
Não é novidade que trabalho pra caramba a cada dia que passa né? O diferencial agora é que o Alexandre (melhor chefe do mundo) saiu da empresa e me deixou sem chão. O impacto dessa ausência foi maior do que eu imaginava, a responsabilidade aumentou e quem assumiu o cargo acaba de sofrer um acidente de trânsito. Ou seja, tomei na tarraqueta!
Durante esses meses venho trabalhando como multifuncional de verdade e ouvi do meu ex gerente geral "Tenho orgulho de trabalhar com você". Ele ficou me devendo uma promoção, mas no andar da carruagem, nem terei tempo para isso (não queira entender o que estou aprontando por aí).
Preciso re-administrar meu tempo, dei uma atropelada no coitado. Faz tempo que não fotografo, não dirijo, não vejo alguns amigos (nesse tempo 2 casaram e 1 está grávida - essa é a novidade - no natal ganharei um alguém, não sei ainda se é menino ou menina, só o que sei é que serei "tia postiça". Eu deveria ter apostado naquela época que ela seria a 1ª das 5 que teria filhos - dito e feito - ow boca santa a minha).
Eu tenho dois sites para construir e outro para reformar, dois projetos para iniciar e os demais negócios vão indo bem, obrigada. Em breve, novidades nessa empreitada.
O cara que me reprovou em um processo seletivo na Globo, recentemente foi meu professor. Será que o cara que me reprovou dessa vez também será? Que sina!
Realmente, morrer na praia não é legal.
Acredito que o fim dos tempos está chegando mesmo, mas será que ele espera mais um pouquinho? Precisamos viver algumas coisas ainda né?
Tem alguém que ainda está em Lisboa ... trata de voltar pra Sampa logo!! Afinal, sem vc como poderei justificar que "Viver da loucura é permitir a sua própria libertação"?
O mais legal dessa história toda é que, finalmente, a estabilidade começou a tomar forma e ganhar corpo exatamente do jeito que eu queria.
E eu PROMETO: ainda vou arrumar o template desse blog kkkkkk.
Na verdade estou escrevendo, mas para outras finalidades e o tempo para cuidar melhor das minhas redes vem sendo curto.
Ah é, nem contei: consegui entrar na pós graduação. Dizem que os bons filhos sempre voltam pra casa - resolvi voltar pra casa onde me formei, em um campus que eu adoro, mas é contramão pra mim - tudo bem vai, estou acostumada com longitudes: moro longe ou na contramão dos amigos, do trabalho, da faculdade, dos namorados ... faz parte.
Voltar para aquele campus significa, primeiramente, que não fiz essa escolha, foi falta de opção mesmo (na verdade tive que ser transferida pra lá). É também respirar um ar diferente (ali é completamente diferente do campus em que me graduei), reencontrar e conhecer gente interessante.
Não tem como entrar ali e não passar um filme na mente. Esses dias fotografei do terraço do prédio mais novo, a visão dali é incrível. Eu já tinha feito isso há alguns anos, mas perdi as fotos. Falando em reencontros, dei de cara com algumas peças pré históricas de lá, mas bem poucas: de quando eu trabalhava lá na toca (o laboratório de RTV), dá pra contar nos dedos quantos sobraram, sem contar o profs é claro. Por incrível que pareça, ainda não consegui reencontrar o Joubert, mas um dia dou um jeito nisso rs. Fiquei feliz ao reencontrar o Josias, Anderson, Renato, Tim Tim e o David (nem acredito que fiquei tanto tempo sem ver o Davizinho, que pecado) e a minha ex toca, agora gerenciada pelo meu parceiro Edgar Tchaka, vai muito bem obrigada. Mas senti falta do MAC que me fez tão feliz naquele lugar.
Resolvi fazer MBA em Comunicação e Marketing. De alguma forma isso já vem fazendo uma significativa diferença na minha vida, as coisas estão fluindo como planejei, oportunidades estão aparecendo e muito em breve terei todas as minhas metas desse ano concluídas. Minha sala é um lugar recheado de gente inteligente, pessoas conversáveis, sociáveis, de vários níveis. Sala de gente de verdade. O processo é puxado, corrido, mas divertido e valioso. Eu precisava voltar a estudar de alguma forma, é algo que tem até me distraído.
Vista do Campus Anália Franco diretamente do terraço do Edifício Luiza Padovese. By me.
Não é novidade que trabalho pra caramba a cada dia que passa né? O diferencial agora é que o Alexandre (melhor chefe do mundo) saiu da empresa e me deixou sem chão. O impacto dessa ausência foi maior do que eu imaginava, a responsabilidade aumentou e quem assumiu o cargo acaba de sofrer um acidente de trânsito. Ou seja, tomei na tarraqueta!
Durante esses meses venho trabalhando como multifuncional de verdade e ouvi do meu ex gerente geral "Tenho orgulho de trabalhar com você". Ele ficou me devendo uma promoção, mas no andar da carruagem, nem terei tempo para isso (não queira entender o que estou aprontando por aí).
Preciso re-administrar meu tempo, dei uma atropelada no coitado. Faz tempo que não fotografo, não dirijo, não vejo alguns amigos (nesse tempo 2 casaram e 1 está grávida - essa é a novidade - no natal ganharei um alguém, não sei ainda se é menino ou menina, só o que sei é que serei "tia postiça". Eu deveria ter apostado naquela época que ela seria a 1ª das 5 que teria filhos - dito e feito - ow boca santa a minha).
Eu tenho dois sites para construir e outro para reformar, dois projetos para iniciar e os demais negócios vão indo bem, obrigada. Em breve, novidades nessa empreitada.
O cara que me reprovou em um processo seletivo na Globo, recentemente foi meu professor. Será que o cara que me reprovou dessa vez também será? Que sina!
Realmente, morrer na praia não é legal.
Acredito que o fim dos tempos está chegando mesmo, mas será que ele espera mais um pouquinho? Precisamos viver algumas coisas ainda né?
Tem alguém que ainda está em Lisboa ... trata de voltar pra Sampa logo!! Afinal, sem vc como poderei justificar que "Viver da loucura é permitir a sua própria libertação"?
O mais legal dessa história toda é que, finalmente, a estabilidade começou a tomar forma e ganhar corpo exatamente do jeito que eu queria.
E eu PROMETO: ainda vou arrumar o template desse blog kkkkkk.
domingo, 15 de maio de 2011
Eu nunca vou parar de rir
Em homenagem áqueles que me atormentaram com a desclassificação do glorioso tricolor do Morumbi no Paulistão de 2011, vai uma música pra vcs (em especial ao Alexandre, Luiz e ao Henrique). Sinceramente, eu não consigo ficar quieta e eu NUNCA vou parar de rir =)
Era um timinho muito engraçado,
Não tem história,
Não tem estádio,
Libertadores? Não tem não,
E no ataque tinha um gordão,
Ninguém podia sentir orgulho,
Porque no time só tinha bagulho,
Ninguém podia ser campeão no centenário...
DECEPÇÃO!!!
Ninguém podia ajudar os coitados,
Porque o gordo estava bichado,
Ninguém podia sentir confiança,
Porque o goleiro só faz lambança,
Mas era um time co muita fé...
Libertadores? Só se Deus quiser.
E aproveito para apresentar que não é só o São Paulo que tem novo patrocínio :
Para não perder a tradição: É CENTERNAAADDDAAA!!!!
Só se atrevam a falar alguma coisa sobre o melhor do mundo quando tiverem passaporte.
E tenho dito.
Era um timinho muito engraçado,
Não tem história,
Não tem estádio,
Libertadores? Não tem não,
E no ataque tinha um gordão,
Ninguém podia sentir orgulho,
Porque no time só tinha bagulho,
Ninguém podia ser campeão no centenário...
DECEPÇÃO!!!
Ninguém podia ajudar os coitados,
Porque o gordo estava bichado,
Ninguém podia sentir confiança,
Porque o goleiro só faz lambança,
Mas era um time co muita fé...
Libertadores? Só se Deus quiser.
E aproveito para apresentar que não é só o São Paulo que tem novo patrocínio :
Para não perder a tradição: É CENTERNAAADDDAAA!!!!
Só se atrevam a falar alguma coisa sobre o melhor do mundo quando tiverem passaporte.
E tenho dito.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Chegando no fim da linha
3 anos, 3 meses e 3 dias - isso parece sei lá o que, mas foi o fim da linha para dois amigos, os primeiros dos terroristas oficiais da Oi a deixarem o recinto.
No final de semana que antecedeu a despedida, parecia que o nosso 6º sentido estava prevendo o que logo aconteceria, vivemos coisas inusitadas e outras que ficarão de recordação eternamente em nossas memórias.
Será muito chato e estranho voltar pra casa sem vocês, que durante esses anos foram mais que colegas de trabalho: foram parceiros, irmãos, amigos. Lembraremos que, por mais sofrido e cansativo que tenha sido esse tempo, nada paga as risadas, as horas extras, as comissões, as comemorações seja lá do que fosse ás 6ªs feiras no Yellow ou no bar vizinho que eu não lembro o nome, mas que sempre tinha a nossa litrão de Skol trincando de gelo, das festinhas, dos breakfasts, churrascos (o último foi o melhor de todos), os chás de cozinha, de bebês ... ah ... ás vezes que causamos e fizemos palhaçadas no metrô, os almoços, as brigas com o gerente e as histórias impublicáveis. As visitas quando ficavamos doentes e os quebra galhos, as altas risadas, os filhos (de vcs), os casamentos de mentirinha, as reclamações e bizarrices dentro do trem do inferno.
Eis que finda o tempo de vcs por lá. Valeu por tudo mesmo. Sabemos que em poucos meses, já em contagem regressiva, nos encontraremos novamente e o tempo dos terroristas da Oi terá chegado realmente ao fim.
Até um dia desses, com saudades sinceras.
No final de semana que antecedeu a despedida, parecia que o nosso 6º sentido estava prevendo o que logo aconteceria, vivemos coisas inusitadas e outras que ficarão de recordação eternamente em nossas memórias.
Será muito chato e estranho voltar pra casa sem vocês, que durante esses anos foram mais que colegas de trabalho: foram parceiros, irmãos, amigos. Lembraremos que, por mais sofrido e cansativo que tenha sido esse tempo, nada paga as risadas, as horas extras, as comissões, as comemorações seja lá do que fosse ás 6ªs feiras no Yellow ou no bar vizinho que eu não lembro o nome, mas que sempre tinha a nossa litrão de Skol trincando de gelo, das festinhas, dos breakfasts, churrascos (o último foi o melhor de todos), os chás de cozinha, de bebês ... ah ... ás vezes que causamos e fizemos palhaçadas no metrô, os almoços, as brigas com o gerente e as histórias impublicáveis. As visitas quando ficavamos doentes e os quebra galhos, as altas risadas, os filhos (de vcs), os casamentos de mentirinha, as reclamações e bizarrices dentro do trem do inferno.
Eis que finda o tempo de vcs por lá. Valeu por tudo mesmo. Sabemos que em poucos meses, já em contagem regressiva, nos encontraremos novamente e o tempo dos terroristas da Oi terá chegado realmente ao fim.
Até um dia desses, com saudades sinceras.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Oração da mulher
So funny =)
Que o mar vire vodka e os homens tira gosto,
Que a fonte nunca seque e que a nossa sogra nunca se chame Esperança,
Que os nossos homens nunca morram viúvos,
E que nosso filhos tenham pais ricos e mães gostosas!
Que Deus abençõe os homens bonitos, e os feios se tiver tempo;
Deus.. eu vos peço sabedoria para entender um homem,
amor para perdoá-lo e paciência pelos seus atos,
porque Deus, se eu pedir força,
eu bato nele até matá-lo!
Um brinde.. aos que temos, aos que tivemos e aos que teremos!
Um brinde também aos namorados que nos conquistaram,
aos trouxas que nos perderam...
e aos sortudos que ainda vão nos conhecer!
Que sempre sobre, que nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos!
Assim Seja!
Que o mar vire vodka e os homens tira gosto,
Que a fonte nunca seque e que a nossa sogra nunca se chame Esperança,
Que os nossos homens nunca morram viúvos,
E que nosso filhos tenham pais ricos e mães gostosas!
Que Deus abençõe os homens bonitos, e os feios se tiver tempo;
Deus.. eu vos peço sabedoria para entender um homem,
amor para perdoá-lo e paciência pelos seus atos,
porque Deus, se eu pedir força,
eu bato nele até matá-lo!
Um brinde.. aos que temos, aos que tivemos e aos que teremos!
Um brinde também aos namorados que nos conquistaram,
aos trouxas que nos perderam...
e aos sortudos que ainda vão nos conhecer!
Que sempre sobre, que nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos!
Assim Seja!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Abraça a tua loucura antes que seja tarde demais
Abraça a tua loucura antes que seja tarde demais: De cara com essa frase um dia me deparei. Ela me chamou a atenção e me pediu permissão para ocupar um espaço em minha mente. Aceitei.
Na aceitação, lembrei o que um grande amigo me disse: "Quando te der vontade de fazer alguma coisa, faça."
No embalo de algumas situações que vivi, até me surpreendi com a possibilidade, a capacidade e a quantidade de loucuras que poderia cometer. Ganhei uma, que foi divina e a terei comigo para todo o sempre.
"Entre todas as loucuras, aquela talvez tenha sido a melhor delas. Com certeza irei para o inferno mais cedo."
Enfrentei um teste, comigo mesma ... fui aprovada! E na empolgação, a espera de uma nova loucura, o impulso foi correspondido.
Uma noite tranquila de clima ótimo. O celular vibra. Um convite - irresistível, perigoso e especial - aceitei. O que aparentemente seria impossível tornaria-se real.
Sem dúvidas, se eu acreditava que a primeira ocorrência dessa saga de loucuras teria sido a melhor delas, sinceramente me enganei: não com o que aconteceu, mas com a intensidade que ganhou. Esta que me refiro agora não tem explicação, apenas terei guardado comigo cada detalhe, cada gesto. Na verdade não quero e nem posso explicar, mas quero e posso sentir, curtir comigo mesma - isso basta.
Algumas coisas em nossa vida, de fato, são únicas. Mesmo que seja breve, mas intenso.
"Fiz o que quis e fiz com paixão. Se a paixão estava errada, paciência. Não fiquei vendo a vida passar, sempre acompanhei o desfile." Mario Lago.
E a vida segue em sua marcha normal, mas na ansiedade, produzindo e aguardando mais surpresas.
"E a Colombina só quer um amor,
Que não encontra num braço qualquer,
Essa menina não quer mais saber
de mal-me-quer."
Na aceitação, lembrei o que um grande amigo me disse: "Quando te der vontade de fazer alguma coisa, faça."
No embalo de algumas situações que vivi, até me surpreendi com a possibilidade, a capacidade e a quantidade de loucuras que poderia cometer. Ganhei uma, que foi divina e a terei comigo para todo o sempre.
"Entre todas as loucuras, aquela talvez tenha sido a melhor delas. Com certeza irei para o inferno mais cedo."
Enfrentei um teste, comigo mesma ... fui aprovada! E na empolgação, a espera de uma nova loucura, o impulso foi correspondido.
Uma noite tranquila de clima ótimo. O celular vibra. Um convite - irresistível, perigoso e especial - aceitei. O que aparentemente seria impossível tornaria-se real.
Sem dúvidas, se eu acreditava que a primeira ocorrência dessa saga de loucuras teria sido a melhor delas, sinceramente me enganei: não com o que aconteceu, mas com a intensidade que ganhou. Esta que me refiro agora não tem explicação, apenas terei guardado comigo cada detalhe, cada gesto. Na verdade não quero e nem posso explicar, mas quero e posso sentir, curtir comigo mesma - isso basta.
Algumas coisas em nossa vida, de fato, são únicas. Mesmo que seja breve, mas intenso.
"Fiz o que quis e fiz com paixão. Se a paixão estava errada, paciência. Não fiquei vendo a vida passar, sempre acompanhei o desfile." Mario Lago.
E a vida segue em sua marcha normal, mas na ansiedade, produzindo e aguardando mais surpresas.
"E a Colombina só quer um amor,
Que não encontra num braço qualquer,
Essa menina não quer mais saber
de mal-me-quer."
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