Na verdade estou escrevendo, mas para outras finalidades e o tempo para cuidar melhor das minhas redes vem sendo curto.
Ah é, nem contei: consegui entrar na pós graduação. Dizem que os bons filhos sempre voltam pra casa - resolvi voltar pra casa onde me formei, em um campus que eu adoro, mas é contramão pra mim - tudo bem vai, estou acostumada com longitudes: moro longe ou na contramão dos amigos, do trabalho, da faculdade, dos namorados ... faz parte.
Voltar para aquele campus significa, primeiramente, que não fiz essa escolha, foi falta de opção mesmo (na verdade tive que ser transferida pra lá). É também respirar um ar diferente (ali é completamente diferente do campus em que me graduei), reencontrar e conhecer gente interessante.
Não tem como entrar ali e não passar um filme na mente. Esses dias fotografei do terraço do prédio mais novo, a visão dali é incrível. Eu já tinha feito isso há alguns anos, mas perdi as fotos. Falando em reencontros, dei de cara com algumas peças pré históricas de lá, mas bem poucas: de quando eu trabalhava lá na toca (o laboratório de RTV), dá pra contar nos dedos quantos sobraram, sem contar o profs é claro. Por incrível que pareça, ainda não consegui reencontrar o Joubert, mas um dia dou um jeito nisso rs. Fiquei feliz ao reencontrar o Josias, Anderson, Renato, Tim Tim e o David (nem acredito que fiquei tanto tempo sem ver o Davizinho, que pecado) e a minha ex toca, agora gerenciada pelo meu parceiro Edgar Tchaka, vai muito bem obrigada. Mas senti falta do MAC que me fez tão feliz naquele lugar.
Resolvi fazer MBA em Comunicação e Marketing. De alguma forma isso já vem fazendo uma significativa diferença na minha vida, as coisas estão fluindo como planejei, oportunidades estão aparecendo e muito em breve terei todas as minhas metas desse ano concluídas. Minha sala é um lugar recheado de gente inteligente, pessoas conversáveis, sociáveis, de vários níveis. Sala de gente de verdade. O processo é puxado, corrido, mas divertido e valioso. Eu precisava voltar a estudar de alguma forma, é algo que tem até me distraído.
Vista do Campus Anália Franco diretamente do terraço do Edifício Luiza Padovese. By me.
Não é novidade que trabalho pra caramba a cada dia que passa né? O diferencial agora é que o Alexandre (melhor chefe do mundo) saiu da empresa e me deixou sem chão. O impacto dessa ausência foi maior do que eu imaginava, a responsabilidade aumentou e quem assumiu o cargo acaba de sofrer um acidente de trânsito. Ou seja, tomei na tarraqueta!
Durante esses meses venho trabalhando como multifuncional de verdade e ouvi do meu ex gerente geral "Tenho orgulho de trabalhar com você". Ele ficou me devendo uma promoção, mas no andar da carruagem, nem terei tempo para isso (não queira entender o que estou aprontando por aí).
Preciso re-administrar meu tempo, dei uma atropelada no coitado. Faz tempo que não fotografo, não dirijo, não vejo alguns amigos (nesse tempo 2 casaram e 1 está grávida - essa é a novidade - no natal ganharei um alguém, não sei ainda se é menino ou menina, só o que sei é que serei "tia postiça". Eu deveria ter apostado naquela época que ela seria a 1ª das 5 que teria filhos - dito e feito - ow boca santa a minha).
Eu tenho dois sites para construir e outro para reformar, dois projetos para iniciar e os demais negócios vão indo bem, obrigada. Em breve, novidades nessa empreitada.
O cara que me reprovou em um processo seletivo na Globo, recentemente foi meu professor. Será que o cara que me reprovou dessa vez também será? Que sina!
Realmente, morrer na praia não é legal.
Acredito que o fim dos tempos está chegando mesmo, mas será que ele espera mais um pouquinho? Precisamos viver algumas coisas ainda né?
Tem alguém que ainda está em Lisboa ... trata de voltar pra Sampa logo!! Afinal, sem vc como poderei justificar que "Viver da loucura é permitir a sua própria libertação"?
O mais legal dessa história toda é que, finalmente, a estabilidade começou a tomar forma e ganhar corpo exatamente do jeito que eu queria.
E eu PROMETO: ainda vou arrumar o template desse blog kkkkkk.


