domingo, 25 de janeiro de 2009

New Face


Hi readers!!!

Mudou o ano, mudei o layout. Estava muito roooosssaaaa, limpei o visual.
Enquanto eu não consigo terminar de desenvolver meu template espelho, fica esse mesmo.

Gostaram??

sábado, 24 de janeiro de 2009

Um assunto dos favoritos

Aiai ... novelas, novelas ... exceto a minha novela pessoal (que é bem mexicana huahuahua), devo dizer que essa forma de contar histórias me atrai. Por um lado, quando o meu lado humana, mulher, cidadã se manifesta, não vejo somente mais uma historinha que dura em média 6 meses e que muitas vezes é sem pé nem cabeça, ou que começa interessante e termina um desatino total, ou vice-versa. As novelas hoje não são mais contos de fada, mas são mega espetáculos que geram conjuntos de imagens que retratam uma determinada sociedade, em cópia quase fiél.
Agora o meu lado mais aguçado, como comunicóloga (modéstia a parte, como eu acho lindo esse vocábulo), além de questões técnicas de fotografia, roteiro, continuidade e bla bla blás, encherga uma possibilidade tremenda de comércio. Afinal de contas, a novela dita a moda dos próximos meses: o que usar em uma festa, as roupas do trabalho, a decoração da casa, o corte de cabelo, o carro que faz sucesso, a trilha sonora para ouvir enquanto dirige ou volta para casa depois de uma longa jornada de trabalho, onde abrir a conta bancária, onde conseguir crédito para pagar as contas no início do ano com menor taxa de juros, se é legal usar roupa estampada ou listrada, se é interessante comprar um rancho para passar as férias ou pagando pelo resto da vida uma casa no bairro do Morumbi.
De alguma forma o ser humano que assiste qualquer novela e se interessa pela história se torna escravo dela: não perde um capítulo sequer, tem raiva quando acaba mais cedo ás quartas-feiras por causa de algum campeonato e não admite que falem mal de seu personagem preferido. E justamente, por conta desse raciocício, acredito que este mesmo ser pode ser SIM, escravo de tudo que comerciável ali. Por que não???
NOVELA É CANAL DE COMÉRCIO SIM!! E EU ADOOORROOO ESSA IDÉIA!!!
Esse assunto inclusive me inspirou para escrever futuramente a minha monografia na pós graduação, graças ao meu "pai de profissão" Vagner Novaes, que um dia confiou em minha capacidade e me pediu como prova de fogo que elaborasse uma aula sobre merchandising na TV e dei foco nas produções de teledramaturgia e programas femininos. Foi difícil enfrentar a sala, mas deu certo.
Ah!! E continuarei assistindo as novelas que chamarem a minha atenção de alguma forma.

PS1: Que saudades de assistir a dissimulada da Flora!!! "Que beijinho dooocceee..."
PS2: Vai aí a música do mês, trilha de novela e que não sai da minha cabeça huahuahua.

Fidelity
Regina Spektor

I never loved nobody fully
Always one foot on the ground
And by protecting my heart truly
I got lost in the sounds
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind all this music
And it breaks my heart

And it breaks my heart
And it breaks my heart
It breaks my heart
And suppose I never ever met you

Suppose we never fell in love
Suppose I never ever let you kiss me so sweet and so soft
Suppose I never ever saw you
Suppose we never ever called
Suppose I kept on singing love songs just to break my own fall
Just to break my fall
Just to break my fall
Break my fall
Break my fall
All my friends say that of course its gonna get better

Gonna get better
Better better better better
Better better better
I never love nobody fully

Always one foot on the ground
And by protecting by heart truly
I got lost In the sounds
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind
All this music
And it breaks my heart
It breaks my heart
Breaks my Heart
Breaks my heart
I hear in my mind

All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind
All this music
And it breaks my heart
It breaks my heart
Breaks my Heart
Breaks my heart
and it breaks my heart
it breaks my heart
and it breaks my heart
and it breaks my heart...

yeah yeah yeah!!!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Smurf Midia Retrô




2008 chega ao fim levando boa parte de mim. Este ano pude viver, literalmente todas as emoções possíveis e imagináveis (tá bem, quase todas) que poderia acontecer. Logo em seu início, estava trabalhando, conhecendo pessoas, fazendo novas amizades e conquistei 2 pessoas que foram fundamentais para que eu sobrevivesse no trabalho - Kelly e Danilo - que falta sinto de vcs. Nós trabalhavamos direitinho, sempre de bom humor, ou quando alguém estava com problemas sempre davamos um jeito para apaziguar a situação. Lembro das cantorias dentro do trabalho, nas ruas da Lapa, na estação de trem ... esse era o trio dinâmico, que tinha também alguns aliados. Essa impressão um tanto quanto "popular", incomodou e a nossa chefe começou a "causar na nossa", principalmente comigo. Nem descreverei os motivos, porque não vale a pena lembrar. O que vale aqui, é que essa "tregua" eu ganhei sem esforço algum.
Os dias passaram e a amizade desse trio ficou mais intensa, até que chegou o dia em que tivemos que nos separar: primeiro o Danilo pediu demissão, em seguida fui remanejada de setor ... parece que a minha vida lá dentro não andaria sem a companhia desse pessoal e aparentemente, o processo de readaptação seria lento. E para meu espanto, foi lento.
Não esquecendo nessas entrelinhas que tive o melhor aniversário dos últimos tempos - véspera de carnaval, folga no trabalho, os telefonemas, recados, as visitas que recebi e os momentos que passei ao lado de pessoas especiais. Ao lado de alguém em especial.
Aos poucos, me tornei uma mulher saudosista, que sempre ao sair da empresa, só faltava cair em lágrimas porque não tinha mais companhia até o metrô Sé, fiquei mal acostumada (fiquei estranha). Estava começando o período mais complicado do ano: ficava chateada com facilidade, a saúde financeira da casa entrando em decadência, a saúde dos meus pais indo a falência, mudei para a Oi sem querer, me afastei de muita gente. No entando, conheci pessoas bacanas na Oi e estou sobrevivendo por lá.
Com tudo isso me assombrando, tive que criar um escudo natural para rir de tudo isso, mas o que mais me incomodava era trabalhar no mesmo lugar onde o conheci, sair de lá sozinha e "fingir" que era uma bobagem da minha cabeça. Os meus sentimentos realmente me enganaram.
O ano foi passando, trabalhando bastante, os sentimentos crescendo ate que fiquei frustada com alguém, e como os antigos diziam, "as vezes as coisas aparecem de onde menos imaginamos", também não descreverei o que aconteceu porque já passei esse assunto a limpo com o protagonista. Este fato foi o estopim para que desencadeasse um transtorno de ansiedade (diagnosticado clinicamente). Claro que, não somente este fato me deixou depressiva, foi um conjunto de fatos... e sinceramente, não imaginava que logo eu, precisaria de tratamento médico para não enlouquecer. Nessa turbulência, viajei para praia com alguns amigos para respirar e renovar as energias. Fazia tempo que não colocava a conversa em dia com minha melhor amiga.
Voltando ao mundo normal, fiz um tratamento de choque e me tornei uma mulher sem razão: dava risada a toa, vivia de bem com vida, não sentia nem vontade de comer, mas estava anestesiada, feliz e suportei essa condição durante algum tempo. Suportei até quando não dava mais para esconder que sentia falta de certo alguém, que por conta do tempo, mal tinhamos contato presencial, salvo a tecnologia que quase sempre está ao nosso favor. Nesse período quase subi de cargo na empresa. Quanta chateação para uma mulher em tão pouco tempo, mas pensando bem, foi melhor assim, subir de cargo naquela hora não seria bom negócio pra mim.
É claro que almejava e já tinha uma série de planos, caso isso vingasse, mas não deu certo, não dessa vez. E foi melhor assim, porque hoje estou mais agressiva em relação a meu âmbito profissional e me contentei com tranquilidade com essa derrota.
Agora era hora de voltar ao meu mundo real, aquele que insistentemente tentei mudar por teimosia, aquele que deveria ter ar puro e tranquilidade para que eu encarasse os fatos com mais cautela e rigor. Já que a anestesia estava acabando, tive que me contentar (de novo) com o que tinha ao meu alcance - a minha paciência, que já não anda tão astuta como antes. É ... fui ao cinema com mais frequência, fui a praia ... fui ao MORUMBI !!! Minha casa é um máximo. Assisti um jogo histórico, onde o tricolor poderia ter sido hexacampeão, mas já que não foi assim, tudo bem. Empatamos com o tal do Fluminense (ô timinho chinfrim aquele, apesar de que eles tem uma ótima zaga. Mas não são nada perto de nós). Não esquecendo que neste assunto, foi maravilhoso ver o curintia perder a copa do Brasil para o Sport e o Florminense perdeu a Libertadores da América. Campeonato é assim mesmo, se o São Paulo não ganha, nenhum brasileiro ganha. E tenho dito!!!
Por fim, chega o final do ano, mega acelerado e sem tempo para fazer pequenas coisas (e necessárias) o trabalho me consumiu e sugou minhas energias, pelo menos tive resultados que me surpreenderam. Contudo, consegui reencontrar meus amigos e não pude viajar porque não tive férias coletivas ... faz parte. Algumas coisas poluiram a minha mente, como retornar ao convento (aqui eu explico: para quem não sabe, "quase" fui para o convento porque acreditava que seria certo para mim, mas descobri a tempo que não tinha vocação), queria mudar de hábito, dormir em sono profundo e não voltar mais, fugir para a passárgada.
Ah ... mamãe aposentou (socoooorrroooo) ... papai terá férias prolongadas (socooooorrooo de novo), afinal, mamãe aposentada + papai de férias = eu surtada!!!
Mas, porem, contudo, todavia, entretanto estou aqui, firme e forte para mais uma maratona, depois de um natal com o naipe de "virada cultural".
Joguei fora os momentos amargos, rancorosos e tristes que passei, objetos que não queria mais em meus armários, mandei tudo para o espaço. Guardei os momentos raros de felicidade com os amigos, o hexacampeonato do tricolor paulista e as memórias dos momentos que estive ao lado de quem amo verdadeiramente. Tudo o que eu tinha para desabafar, desabafei. E estou 4 kilos menos gorda uhuuuuu!!!
Só quero que em 2009 seja O ANO para quem o merecer e tenho esperanças de que seja o ano onde finalmente minha vida terá rumo certo, ao lado de quem eu quero e daqueles que me queiram bem também.

Feliz 2009
Em breve, novidades.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Natal ... cadê???

É, mais um natal chegou. Mais uma vez temos a manifestação do capitalismo que invade os desejos de alimentar o consumismo e a ganância. O que vejo são pessoas desesperadas em gastar a gorgeta que receberam em duas parcelas, nos grandes centros. São Paulo nessa época do ano se torna um verdadeiro formigueiro - ninguém merece enfrentar o trânsito, transportes lotados com sacolas de todos os tamanhos e tipos de mercadoria, crianças chorando, o calor ... ahhh que gastura!!!
O natal deixou de ser uma festividade religiosa para ser o período onde as pessoas mais gastam e fazem parte da lista de inadimplentes do SPC/SERASA (isso porque sempre o brasileiro reclama não ter dinheiro, imagina se tivesse). Ao invés de se reunirem para comemorar o nascimento de alguém, devoram mesas fartas de gordura e depois reclamam para perder peso. Gastam as solas dos sapatos, causam tumultos em lojas, supermercados e uma grande parcela da população soa "falsidade". Sim, porque do nada se tornam amigos secretos daqueles que falaram mal, chingaram, denegriram durante um ano inteiro ... isso soa estranho para mim, mas claro, algumas dessas pessoas poderiam ter se arrependido, é normal nessa época já que a data sugere renascimento, só que acredito ser menos provável.
Natal poderia ser todo dia: pessoas felizes, trocando presentes, fazendo compras, praticando a solidariedade, mesas fartas, encontros, reencontros... natal significa nascer e a vida, em toda manhã que nasce, nos dá a oportunidade de nascer de novo, de renovar as atitudes, pensamentos, ser um novo alguém. Por que não então, fazer da vida o próprio natal, ao invés de celebra-lo 1 vez por ano?
Hoje o natal é uma data tipicamente comercial, apenas para fazer o relógio da economia andar e a listado spc aumentar, mas sei que ainda tem gente que acompanha o meu raciocínio.
E já que tenho essa ideologia, espero que este seja um natal onde eu possa renascer ... e desejo que todos aqueles que esperam por uma nova oportunidade da vida, encherguem que esse momento é agora e renasçam junto comigo. =)

Tenha um excelente feriado, "quase" prolongado.

Resposta do post anterior

Em resposta ao último texto publicado:

O TEXTO FOI ERRÔNEO!!!!

Ainda bem ...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Breve e "errôneo" desabafo

Assim espero ...

Ahhh, deu vontade de desabafar.
De falar das coisas que estão engasgadas na garganta, do que já me fez cair em lágrimas e não sentir o chão.
Me deu a impressão que voltei ao mês de maio, onde o teto desabou na minha cabeça e perdi o compasso da vida. Me sentia tão triste, depressiva, sem rumo, precisei até de ajuda médica pra voltar, e aos poucos regressei a minha condição normal. Ok, isso é passado.
Para mim, tudo estava bem até o dia em que a cena se repetiu: você voltou a rejeitar os meus contatos, sem motivo aparente.
Por que não me atende mais?
Por que me evita?
Fiz ou deixei de fazer algo por você?
É claro, tem suas razões para tal atitude, mas gostaria apenas de entende-las. Sempre respeitarei o seu silêncio, mas não precisa me ignorar assim.
Se tiveres algo contra a minha pessoa, por favor me diga, mas me tire dessa angústia.
Espero, sinceramente, estar errada em todos os pensamentos que tive, minha cabeça viaja quando está pilhada. Sei também que em algum momento, você verá esse texto e saiba que, enquanto o escrevo, estou profundamente chateada, mas ao mesmo tempo, na expectativa de saber da sua melhora, porém, não te incomodarei mais, fique tranquilo.
Me dói muito saber que não posso desfrutar do timbre da sua voz mais uma vez, mas o dia que estiver disposto, estarei na espera para ouvi-lo.

Não desisto de você.
E continuo a esperar ...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Me importo sim ...

O que me importa

Marisa Monte


O que me importa seu carinho agora
Se é muito tarde para amar você
O que me importa se você me adora
Se já não há razão para lhe querer

O que me importa ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis você nem mesmo soube dar amor

O que me importa ver você chorando
Se tantas vezes eu chorei também
O que me importa sua voz chamando
Se pra você jamais eu fui alguém

O que me importa essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais tristezas pra chorar que o seu

O que me importa ver você tão triste
Se triste fui e você nem ligou
O que me importa o seu carinho agora
Se para mim a vida terminou

terminou, terminou ...


No fundo no fundo, sei bem que não é assim, mas essa letra reflete o que sinto agora