Assim espero ...
Ahhh, deu vontade de desabafar.
De falar das coisas que estão engasgadas na garganta, do que já me fez cair em lágrimas e não sentir o chão.
Me deu a impressão que voltei ao mês de maio, onde o teto desabou na minha cabeça e perdi o compasso da vida. Me sentia tão triste, depressiva, sem rumo, precisei até de ajuda médica pra voltar, e aos poucos regressei a minha condição normal. Ok, isso é passado.
Para mim, tudo estava bem até o dia em que a cena se repetiu: você voltou a rejeitar os meus contatos, sem motivo aparente.
Por que não me atende mais?
Por que me evita?
Fiz ou deixei de fazer algo por você?
É claro, tem suas razões para tal atitude, mas gostaria apenas de entende-las. Sempre respeitarei o seu silêncio, mas não precisa me ignorar assim.
Se tiveres algo contra a minha pessoa, por favor me diga, mas me tire dessa angústia.
Espero, sinceramente, estar errada em todos os pensamentos que tive, minha cabeça viaja quando está pilhada. Sei também que em algum momento, você verá esse texto e saiba que, enquanto o escrevo, estou profundamente chateada, mas ao mesmo tempo, na expectativa de saber da sua melhora, porém, não te incomodarei mais, fique tranquilo.
Me dói muito saber que não posso desfrutar do timbre da sua voz mais uma vez, mas o dia que estiver disposto, estarei na espera para ouvi-lo.
Não desisto de você.
E continuo a esperar ...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Me importo sim ...
O que me importa
Marisa Monte
O que me importa seu carinho agora
Se é muito tarde para amar você
O que me importa se você me adora
Se já não há razão para lhe querer
O que me importa ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis você nem mesmo soube dar amor
O que me importa ver você chorando
Se tantas vezes eu chorei também
O que me importa sua voz chamando
Se pra você jamais eu fui alguém
O que me importa essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais tristezas pra chorar que o seu
O que me importa ver você tão triste
Se triste fui e você nem ligou
O que me importa o seu carinho agora
Se para mim a vida terminou
terminou, terminou ...
No fundo no fundo, sei bem que não é assim, mas essa letra reflete o que sinto agora
Marisa Monte
O que me importa seu carinho agora
Se é muito tarde para amar você
O que me importa se você me adora
Se já não há razão para lhe querer
O que me importa ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis você nem mesmo soube dar amor
O que me importa ver você chorando
Se tantas vezes eu chorei também
O que me importa sua voz chamando
Se pra você jamais eu fui alguém
O que me importa essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais tristezas pra chorar que o seu
O que me importa ver você tão triste
Se triste fui e você nem ligou
O que me importa o seu carinho agora
Se para mim a vida terminou
terminou, terminou ...
No fundo no fundo, sei bem que não é assim, mas essa letra reflete o que sinto agora
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Mudança de "hábito"
Por esses dias retomei alguns pensamentos que há muito tempo descartei de minha vida.
Os anos estão passando e a cada dia percebo que o meu futuro é caminhar sozinha. Talvez eu tenha perdido o feeling de amar alguém ... será que algum dia eu soube o que era isso???
O incondicional já não me considera mais ... serei sempre tratada como a menina que não tem experiência de vida, que não sabe o que diz, que faz as escolhas erradas. Serei sempre lembrada por aquela que seus 1,70 de altura de nada serviram, era apenas tamanho. É ... talvez tudo isso tenha fundamento: talvez eu seja uma pessoa estranha, curiosa, mas algo que ás vezes é mais forte do que eu se manifesta, que é a preocupação com o meu próximo.Talvez eu realmente cuide e pense mais no bem estar de algum amigo do que o meu próprio bem estar. Talvez eu me desdobre mais para conseguir uma solução por alguém do que para mim ... e isso incomoda, ambos os lados. De um, porque quase não existem pessoas assim, do outro, é que eu ainda não entendi porque não sou encarada como uma adulta responsável e saudável. As pessoas realmente só dão valor para algo/alguém quando o perdem ... e isso poderá acontecerem breve.
Uma vez me falaram "vc não é irmã de caridade para raciocinar assim".
Será que as irmãs são crianças?
Pensei em tentar novamente desenvolver uma vocação difícil, mas que talvez, causando esse choque, algumas pessoas percebam o que perderam... e se eu realmente mudar de hábito ...
Há quase 8 anos cheguei a arrumar as minhas coisas para mudar definitivamente de residência e ser uma noviça (aspirante a freira), mas eu não tive coragem, fui fraca ... talvez se eu tivesse enfrentado esse receio não estaria assim. E pelo que tudo indica, esse será o meu caminho e tenho certeza que causaria um grande choque em algumas pessoas, ao me verem vestidas com o hábito sagrado.
Será que alguém me convenceria a não ser madre???
A não vestir um hábito e desenvolver essa vocação???
Ou será que alguém ainda dirá que não tenho capacidade para tal??
Nossa ... eu seria uma freirinha moderninha huahuahua ... será que alguém me daria uma boa razão para não tentar voltar ao convento??
No meu íntimo, eu sei que tem alguém que pode impedir isso ...
Os anos estão passando e a cada dia percebo que o meu futuro é caminhar sozinha. Talvez eu tenha perdido o feeling de amar alguém ... será que algum dia eu soube o que era isso???
O incondicional já não me considera mais ... serei sempre tratada como a menina que não tem experiência de vida, que não sabe o que diz, que faz as escolhas erradas. Serei sempre lembrada por aquela que seus 1,70 de altura de nada serviram, era apenas tamanho. É ... talvez tudo isso tenha fundamento: talvez eu seja uma pessoa estranha, curiosa, mas algo que ás vezes é mais forte do que eu se manifesta, que é a preocupação com o meu próximo.Talvez eu realmente cuide e pense mais no bem estar de algum amigo do que o meu próprio bem estar. Talvez eu me desdobre mais para conseguir uma solução por alguém do que para mim ... e isso incomoda, ambos os lados. De um, porque quase não existem pessoas assim, do outro, é que eu ainda não entendi porque não sou encarada como uma adulta responsável e saudável. As pessoas realmente só dão valor para algo/alguém quando o perdem ... e isso poderá acontecerem breve.
Uma vez me falaram "vc não é irmã de caridade para raciocinar assim".
Será que as irmãs são crianças?
Pensei em tentar novamente desenvolver uma vocação difícil, mas que talvez, causando esse choque, algumas pessoas percebam o que perderam... e se eu realmente mudar de hábito ...
Há quase 8 anos cheguei a arrumar as minhas coisas para mudar definitivamente de residência e ser uma noviça (aspirante a freira), mas eu não tive coragem, fui fraca ... talvez se eu tivesse enfrentado esse receio não estaria assim. E pelo que tudo indica, esse será o meu caminho e tenho certeza que causaria um grande choque em algumas pessoas, ao me verem vestidas com o hábito sagrado.
Será que alguém me convenceria a não ser madre???
A não vestir um hábito e desenvolver essa vocação???
Ou será que alguém ainda dirá que não tenho capacidade para tal??
Nossa ... eu seria uma freirinha moderninha huahuahua ... será que alguém me daria uma boa razão para não tentar voltar ao convento??
No meu íntimo, eu sei que tem alguém que pode impedir isso ...
Agora me ferrei
Ainda bem que aqui eu tenho declaradamente a liberdade de expressão. Contudo, peço desculpasaos leitores porque vou extravasar de verdade.
"Daqui pra frente tudo vai ser diferente e o meu futuro não valerá nada"
Putz!!! Não esperava que isso fosse acontecer agora, quer dizer, tão rápido, mas já que aconteceu, FUDEU!!!
Mamãe aposentou. Essa é a notícia do ano ... mamãe não trabalha mais e isso me incomoda, incomoda muito. Pode parecer estranho, mas é real. Faz 12 anos que não a vejo ficar efetivamenteem casa (ou seja, a metade da minha vida), desacostumei. Me incomoda pelo fato de que é,literalmente um pé no saco dividir o ar que "respiro" aqui. Se é que posso chamar de ar. Mas sei também que ela não parou porque quis, mas porque precisa cuidar da saúde.
E lá vem mais bomba: estou me preparando psicologicamente para ter meu pai durante 7 meses de férias em casa. Ah claro, se o prédio aguentar, porque esses dois o dia inteiro sob o mesmo teto ... já estou pensando seriamente no que farei.
7 meses ... eu queria um período de férias desses porque simplesmente poderia sumir do mapa!!!
Planos em breve
"Daqui pra frente tudo vai ser diferente e o meu futuro não valerá nada"
Putz!!! Não esperava que isso fosse acontecer agora, quer dizer, tão rápido, mas já que aconteceu, FUDEU!!!
Mamãe aposentou. Essa é a notícia do ano ... mamãe não trabalha mais e isso me incomoda, incomoda muito. Pode parecer estranho, mas é real. Faz 12 anos que não a vejo ficar efetivamenteem casa (ou seja, a metade da minha vida), desacostumei. Me incomoda pelo fato de que é,literalmente um pé no saco dividir o ar que "respiro" aqui. Se é que posso chamar de ar. Mas sei também que ela não parou porque quis, mas porque precisa cuidar da saúde.
E lá vem mais bomba: estou me preparando psicologicamente para ter meu pai durante 7 meses de férias em casa. Ah claro, se o prédio aguentar, porque esses dois o dia inteiro sob o mesmo teto ... já estou pensando seriamente no que farei.
7 meses ... eu queria um período de férias desses porque simplesmente poderia sumir do mapa!!!
Planos em breve
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Sono profundo
Eis que chega o tempo em que as pessoas gastam mais, fazem magnas faxinas em suas casas, "ganham" uma grana extra na conta bancária, se preocupam mais com o próximo e falam para os seus filhos deixarem um sapatinho na janela, porque o porco capitalista está chegando.
Estou cansada, sem paciência. Não tenho anseios, sonhos, esperanças e nem tenho para onde correr. Melhor dizendo, estou sufocada e vazia!!! Me sinto enclausurada numa jaula sem trinco, suportando o insuportável... parece estranho, mas é a realidade.
Enquanto alguns já planejam onde será a ceia de natal e em qual praia pular as 7 ondas da sorte na virada do ano, o meu desejo é adormecer e nunca mais acordar. Talvez nesse mundinho onde eu possa respirar ar puro, viver tranquilamente, sem pressão, cobranças e irritações, seja mais doce, confortável e interessante. Talvez seja uma experiência necessária, quem sabe por lá eu encontre inspiração para recomeçar. Lá eu poderei sonhar e pensar de que forma poderei voltar pra cá, traçar novas metas e desafios pra mim. Mas, será que vou querer voltar??
Estou cansada, sem paciência. Não tenho anseios, sonhos, esperanças e nem tenho para onde correr. Melhor dizendo, estou sufocada e vazia!!! Me sinto enclausurada numa jaula sem trinco, suportando o insuportável... parece estranho, mas é a realidade.
Enquanto alguns já planejam onde será a ceia de natal e em qual praia pular as 7 ondas da sorte na virada do ano, o meu desejo é adormecer e nunca mais acordar. Talvez nesse mundinho onde eu possa respirar ar puro, viver tranquilamente, sem pressão, cobranças e irritações, seja mais doce, confortável e interessante. Talvez seja uma experiência necessária, quem sabe por lá eu encontre inspiração para recomeçar. Lá eu poderei sonhar e pensar de que forma poderei voltar pra cá, traçar novas metas e desafios pra mim. Mas, será que vou querer voltar??
Grande presepada
Eis a história de uma das melhores presepadas como aluna de comunicação.
Putz, como eu lembrei disso?? rsss ... grandes recordações com a Marisa e a Elaine. Essa vai pra vcs!!!
Na verdade esse texto seria o editorial da revista, que agora não lembro porque não foi publicado =)
A revista TEM foi elaborada e vem sendo executada com o intuito de levar ao leitor, informações relacionadas ao seu cotidiano e interesse,dentre elas uma extensão sobre atualidades em sua carreira profissional. Como não poderia deixar de ser, nós da redação, que obrigatoriamente estamos sempre atualizadas em relação as nossas carreiras,fazemos uma extensão de nossa própria atualidade,descrevendo como surgiu a idéia de veicular uma produção desse nível, afinal, é a nossa realidade de comunicólogas e agentes de informação.Começando então como funciona a elaboração de roteiro a ser publicado... não tínhamos o que colocar aqui, então estamos “tapando o buraco” com isso... e você entenderá como trabalhamos e como nos dá trabalho trabalhar para trazer e fazer sempre o melhor pra você!!!
“ Tudo começou quando estávamos na faculdade e fora solicitado 2 projetos. Um deles era elaborar um roteiro a nossa escolha, já o outro não era tão agradável assim,era o abominável projeto interdisciplinar que tínhamos que apresentar por exigência da faculdade e do MEC na qual fazia-nos ler determinada obra que era indicada por eles e tomar inspiração através dela para elaborar um artigo jornalístico + 1 apresentação, porém, convertendo a história para a atualidade e que a interdisciplinaridade reinasse na matéria, ou melhor, no 1° furo jornalístico baseado em fabulas. Não somos nada experientes no assunto...o que fazer? Escrever não é uma tarefa fácil, mas quem gosta viaja quando pega um trabalho desses pra fazer... não é o caso da equipe,mas a correria da vida fez com que o aprofundamento no assunto não fizesse unidade entre nós. Os dias passam e de repente um estalo mental...eureca!!! Decidimos que o roteiro seria de um programa de TV!! Sobre o que? Eis que surgem varias idéias e expectativas de brigas na hora de decidir com qual delas trabalharíamos. Seguiu a idéia de fazer um guia eletrônico para exibir o dia a dia de um profissional de qualquer área, levando a atualidade de sua profissão e perfil necessário para sua qualificação no mercado de trabalho. Batizamos nossa obra prima de TEM NA CARREIRA. Então decidimos fazer uma ponte – interligar os projetos. E o que o programa tem a ver com o outroprojeto? Aparentemente nada, mas pensamos que com a divulgação do programa dentro do artigo jornalístico poderia chamar a atenção dos presentes e quem sabe a chance de veicula-lo na TV aberta...na CNU... enfim onde fosse. Como tudo não deixaria de ser divulgação de informações, tornamos o projeto da faculdade em revista – TEM sempre o melhor pra você !! E nosso artigo jornalístico tornou-se uma publicação interna aos interessados (logicamente a bancada que aplica os conceitos desse projeto). Pensamos em futuramente veicular as edições em distribuição externa assim que uma editora se interessar. O projeto em si ficou, modéstia parte, interessante, bem planejado, lógico, coerente e o artigo de grande valorização em conteúdo. Para que tudo desse certo e como a vida não é um mar de rosas, simplesmente a equipe apanhou do tempo para executa-lo. Foram dias, noites e madrugadas planejando como tudo seria e finalmente ver o produto final. Ele é tão elegante que abrimos uma homepage e e-mail para contatos.
Chega o dia de produzi-la!! A sala de edição (que na verdade era o laboratório de informática do núcleo de comunicação social) tornou-se um verdadeiro manicômio.Todos estavam estressados com o tempo que levamos para o planejamento e a pressão que os professores faziam em relação a maldita apresentação era muito forte. O medo dominava e desconcentrava não somente a nós mas todos os acadêmicos que pela primeira vez se submetiam a um desafio desse porte. E para completar o festiva lde pedradas, mandamos uma copia para a professora de Português, apelidada carinhosamente de “SINHÁ DO MAL” ou “TIA ANACONDA” para correção ortográfica e simplesmente nos pediu para refaze-lo!!
*Detalhe – faltavam nada mais nada menos do que três miseráveis dias para apresenta-lo.
Nosso trabalho foi por água abaixo e quase mandei a maldita refaze-lo de acordo com seu gosto. O que pensar numa hora dessas? Simplesmente perdemos o fio da meada, a paciência, o senso critico e acima de tudo nosso autocontrole que está sempre bem acompanhado de boas doses de educação e boa vontade. Sem escolha, tivemos que reproduzir o artigo em dois dias. Conseguimos finalizar a redação, mas faltava fazer a impressão. Nunca corremos tanto a procura de uma impressora como naquela sexta-feira, enlouquecemos...até que tive a bendita idéia de ir até onde trabalhava para conseguir a impressão, é pertinho mas as ruas são gigantescas subidas,verdadeiras ladeiras...tínhamos somente dez minutos para entrega-lo, incluindo o tempo que eu levaria para faze-la e o meu deslocamento entre os locais,fora o risco que eu corria em encontrar meu chefe por lá ou cair no meio do trajeto de tanta correria que fiz. Meu semblante estava maravilhoso quando retornei ao núcleo, parecia uma morta viva. Minhas colegas de redação ficaram assustadas com o que eu fiz, sem lembrar,logicamente, que não posso correr devido um problema no joelho,tampouco de salto...mas aprendi a fazer Cooper de salto alto...algo um tanto quanto aproveitável. Se alguém tivesse a cara de pau, o desaforamento e atrevimento de me pedir para leva-lo até a professora, juro que “quebraria as pernas” desse meliante, mas alertei meus colegas disso e porventura ela (a ANACONDA) o contrariasse novamente, não controlaria meus impulsos. Mas como alguma coisa durante o dia tinha que ser proveitosa, dessa vez deu tudo certo, ela disse que estava bom, mesmo sem ter concluído a leitura. Continuamos a trabalhar e por ser o ultimo dia, um segundo era muito tempo para ser perdido. A equipe permaneceu até as 17 horas...quer dizer...a menor parcela da equipe – Marisa e Elaine.Todos os pesquisadores se retiraram mais cedo e eu, já bem atrasada, fui trabalhar, o dever me chamava(engraçado que quando precisamos de tempo ele passa rapidamente, numa situação dessas e quando vamos trabalhar então...) e trabalhamos em casa também durante o fim de semana entendendo o que tínhamos feito para não passarmos vergonha diante do povo e construindo a homepage do projeto até 1 da madrugada,ou melhor, nossa revisora e diretora de arte e design Elaine assim o fez. Nosso psicológico permaneceu abalado por dias e a histeria das redatoras e revisoras estava pra lá de Bagdá!! Pena que não fizemos o vídeo com o making off da trabalheira que deu para pesquisar,organizar,diagramar,enquadrar e tudo que terminar com o sufixo “ar” para posteriormente darmos muitas gargalhadas após essa lavagem cerebral que sofremos,ou melhor, tortura psicológica. Ou seria mais uma tortura dar risadas das próprias desgraças? Dizem que é melhor rir do que chorar delas.
Eis que chega o dia da divulgação da revista e como não poderia deixar de ser, alguma coisa tinha que sair errada novamente. O equipamento da sala de apresentações “pifou”, deixamos que o nervosismo invadisse nosso consciente e quase que a casa caiu quando começamos a apresenta-lo...perdemos a linha de raciocínio de tamanha angustia. No fim tudo acabou com chiliques,compra de calmantes e muita água...quase secamos o bebedouro. Era hora de chorar as pitangas no leite derramado!!! Ao sairmos da sala,fizemos a analise geral do projeto e chegamos a conclusão de que somos um lixo, bando de fracassados, maldita idéia de fazer as coisas nesse rumo. Mas espera aí...nem tudo que reluz é ouro também... as coisas só não saíram da maneira que planejamos(como se fosse pouco). De qualquer forma já foi e conquistamos o sucesso com a divulgação da revista eletrônica e os professores que avaliaram a apresentação já portam o endereço e ,se for o caso, poderão reconsiderar alguns pontos e nossos colegas poderão ter acesso ao nosso artigo e fazer pesquisas. Contudo, são inesquecíveis as crises nervosas da criadora e diretora de redação Marisa; os consolos da espécie “não conseguiu?entrega pra Deus...” de Elaine; a folga, o sossego e falta de expressão da equipe masculina de reportagem,integrada por Caio, Jonathan, Eduardo, Cleber e Flavio e finalmente das noites em que eu não dormi, de tudo que tive que aturar, cuidar, brigar, discutir e deixar o autocontrole não entrar em falência. Apesar de tudo,vencemos e aprendemos que não precisamos servir lasanha mas arroz com feijão e no máximo um ovo frito de acompanhamento para agradar. E daqui sai uma dica – se realmente deseja alcançar tudo aquilo que almeja, não se desespere por conta de pedras espalhadas no caminho, pois tudo será recompensador se realmente gostar daquilo que faz e por isso não nos deixamos levar por conta disso. São coisas que acontecem.”
A importância de informar o que ocorre com cada profissional é justamente para que você, leitor e futuro telespectador, possa definir com maior facilidade o que fazer da sua vida, sem correr riscos de optar pela escolha errada e carrega-la pela eternidade. Quer ser jornalista? Publicitário? Comunicólogo? Percebeu que a rotina é pura loucura e correria? Então,a partir de agora faremos com que você absorva o maior conteúdo da carreira de sua preferência, com a próxima edição da TEM.
Enquanto isso na sala de edição...estamos planejando, agora felizes, de semblantes reluzentes, saltitantes e acima de tudo recuperadas dos traumas, nosso próximo capítulo com novidades e brevemente dando frutos e provando que chegamos pra ficar, porque a TEM sempre tem o melhor para você!!!
Se não fosse esse episódio, não saberia correr de salto alto rsss.
PS1: Publicamos 3 edições encontradas no site http://revistatem.hpg.com.br/
PS2: Por acaso da vida (de verdade), TEM é coincidentemente as iniciais de Tatiane, Elaine e Marisa.
Créditos:
Direção e Criação: Marisa Souza
Texto e Revisão: Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Design: Elaine Teixeira, Eduardo Silva, Marisa Souza
Pesquisa: Caio Vinícius, Jonathan Ramos, Cleber Mattos, Flávio Carlos, Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Revista TEM - sempre o melhor pra você
Universidade Cruzeiro do Sul, meados de 2003
Putz, como eu lembrei disso?? rsss ... grandes recordações com a Marisa e a Elaine. Essa vai pra vcs!!!
Na verdade esse texto seria o editorial da revista, que agora não lembro porque não foi publicado =)
A revista TEM foi elaborada e vem sendo executada com o intuito de levar ao leitor, informações relacionadas ao seu cotidiano e interesse,dentre elas uma extensão sobre atualidades em sua carreira profissional. Como não poderia deixar de ser, nós da redação, que obrigatoriamente estamos sempre atualizadas em relação as nossas carreiras,fazemos uma extensão de nossa própria atualidade,descrevendo como surgiu a idéia de veicular uma produção desse nível, afinal, é a nossa realidade de comunicólogas e agentes de informação.Começando então como funciona a elaboração de roteiro a ser publicado... não tínhamos o que colocar aqui, então estamos “tapando o buraco” com isso... e você entenderá como trabalhamos e como nos dá trabalho trabalhar para trazer e fazer sempre o melhor pra você!!!
“ Tudo começou quando estávamos na faculdade e fora solicitado 2 projetos. Um deles era elaborar um roteiro a nossa escolha, já o outro não era tão agradável assim,era o abominável projeto interdisciplinar que tínhamos que apresentar por exigência da faculdade e do MEC na qual fazia-nos ler determinada obra que era indicada por eles e tomar inspiração através dela para elaborar um artigo jornalístico + 1 apresentação, porém, convertendo a história para a atualidade e que a interdisciplinaridade reinasse na matéria, ou melhor, no 1° furo jornalístico baseado em fabulas. Não somos nada experientes no assunto...o que fazer? Escrever não é uma tarefa fácil, mas quem gosta viaja quando pega um trabalho desses pra fazer... não é o caso da equipe,mas a correria da vida fez com que o aprofundamento no assunto não fizesse unidade entre nós. Os dias passam e de repente um estalo mental...eureca!!! Decidimos que o roteiro seria de um programa de TV!! Sobre o que? Eis que surgem varias idéias e expectativas de brigas na hora de decidir com qual delas trabalharíamos. Seguiu a idéia de fazer um guia eletrônico para exibir o dia a dia de um profissional de qualquer área, levando a atualidade de sua profissão e perfil necessário para sua qualificação no mercado de trabalho. Batizamos nossa obra prima de TEM NA CARREIRA. Então decidimos fazer uma ponte – interligar os projetos. E o que o programa tem a ver com o outroprojeto? Aparentemente nada, mas pensamos que com a divulgação do programa dentro do artigo jornalístico poderia chamar a atenção dos presentes e quem sabe a chance de veicula-lo na TV aberta...na CNU... enfim onde fosse. Como tudo não deixaria de ser divulgação de informações, tornamos o projeto da faculdade em revista – TEM sempre o melhor pra você !! E nosso artigo jornalístico tornou-se uma publicação interna aos interessados (logicamente a bancada que aplica os conceitos desse projeto). Pensamos em futuramente veicular as edições em distribuição externa assim que uma editora se interessar. O projeto em si ficou, modéstia parte, interessante, bem planejado, lógico, coerente e o artigo de grande valorização em conteúdo. Para que tudo desse certo e como a vida não é um mar de rosas, simplesmente a equipe apanhou do tempo para executa-lo. Foram dias, noites e madrugadas planejando como tudo seria e finalmente ver o produto final. Ele é tão elegante que abrimos uma homepage e e-mail para contatos.
Chega o dia de produzi-la!! A sala de edição (que na verdade era o laboratório de informática do núcleo de comunicação social) tornou-se um verdadeiro manicômio.Todos estavam estressados com o tempo que levamos para o planejamento e a pressão que os professores faziam em relação a maldita apresentação era muito forte. O medo dominava e desconcentrava não somente a nós mas todos os acadêmicos que pela primeira vez se submetiam a um desafio desse porte. E para completar o festiva lde pedradas, mandamos uma copia para a professora de Português, apelidada carinhosamente de “SINHÁ DO MAL” ou “TIA ANACONDA” para correção ortográfica e simplesmente nos pediu para refaze-lo!!
*Detalhe – faltavam nada mais nada menos do que três miseráveis dias para apresenta-lo.
Nosso trabalho foi por água abaixo e quase mandei a maldita refaze-lo de acordo com seu gosto. O que pensar numa hora dessas? Simplesmente perdemos o fio da meada, a paciência, o senso critico e acima de tudo nosso autocontrole que está sempre bem acompanhado de boas doses de educação e boa vontade. Sem escolha, tivemos que reproduzir o artigo em dois dias. Conseguimos finalizar a redação, mas faltava fazer a impressão. Nunca corremos tanto a procura de uma impressora como naquela sexta-feira, enlouquecemos...até que tive a bendita idéia de ir até onde trabalhava para conseguir a impressão, é pertinho mas as ruas são gigantescas subidas,verdadeiras ladeiras...tínhamos somente dez minutos para entrega-lo, incluindo o tempo que eu levaria para faze-la e o meu deslocamento entre os locais,fora o risco que eu corria em encontrar meu chefe por lá ou cair no meio do trajeto de tanta correria que fiz. Meu semblante estava maravilhoso quando retornei ao núcleo, parecia uma morta viva. Minhas colegas de redação ficaram assustadas com o que eu fiz, sem lembrar,logicamente, que não posso correr devido um problema no joelho,tampouco de salto...mas aprendi a fazer Cooper de salto alto...algo um tanto quanto aproveitável. Se alguém tivesse a cara de pau, o desaforamento e atrevimento de me pedir para leva-lo até a professora, juro que “quebraria as pernas” desse meliante, mas alertei meus colegas disso e porventura ela (a ANACONDA) o contrariasse novamente, não controlaria meus impulsos. Mas como alguma coisa durante o dia tinha que ser proveitosa, dessa vez deu tudo certo, ela disse que estava bom, mesmo sem ter concluído a leitura. Continuamos a trabalhar e por ser o ultimo dia, um segundo era muito tempo para ser perdido. A equipe permaneceu até as 17 horas...quer dizer...a menor parcela da equipe – Marisa e Elaine.Todos os pesquisadores se retiraram mais cedo e eu, já bem atrasada, fui trabalhar, o dever me chamava(engraçado que quando precisamos de tempo ele passa rapidamente, numa situação dessas e quando vamos trabalhar então...) e trabalhamos em casa também durante o fim de semana entendendo o que tínhamos feito para não passarmos vergonha diante do povo e construindo a homepage do projeto até 1 da madrugada,ou melhor, nossa revisora e diretora de arte e design Elaine assim o fez. Nosso psicológico permaneceu abalado por dias e a histeria das redatoras e revisoras estava pra lá de Bagdá!! Pena que não fizemos o vídeo com o making off da trabalheira que deu para pesquisar,organizar,diagramar,enquadrar e tudo que terminar com o sufixo “ar” para posteriormente darmos muitas gargalhadas após essa lavagem cerebral que sofremos,ou melhor, tortura psicológica. Ou seria mais uma tortura dar risadas das próprias desgraças? Dizem que é melhor rir do que chorar delas.
Eis que chega o dia da divulgação da revista e como não poderia deixar de ser, alguma coisa tinha que sair errada novamente. O equipamento da sala de apresentações “pifou”, deixamos que o nervosismo invadisse nosso consciente e quase que a casa caiu quando começamos a apresenta-lo...perdemos a linha de raciocínio de tamanha angustia. No fim tudo acabou com chiliques,compra de calmantes e muita água...quase secamos o bebedouro. Era hora de chorar as pitangas no leite derramado!!! Ao sairmos da sala,fizemos a analise geral do projeto e chegamos a conclusão de que somos um lixo, bando de fracassados, maldita idéia de fazer as coisas nesse rumo. Mas espera aí...nem tudo que reluz é ouro também... as coisas só não saíram da maneira que planejamos(como se fosse pouco). De qualquer forma já foi e conquistamos o sucesso com a divulgação da revista eletrônica e os professores que avaliaram a apresentação já portam o endereço e ,se for o caso, poderão reconsiderar alguns pontos e nossos colegas poderão ter acesso ao nosso artigo e fazer pesquisas. Contudo, são inesquecíveis as crises nervosas da criadora e diretora de redação Marisa; os consolos da espécie “não conseguiu?entrega pra Deus...” de Elaine; a folga, o sossego e falta de expressão da equipe masculina de reportagem,integrada por Caio, Jonathan, Eduardo, Cleber e Flavio e finalmente das noites em que eu não dormi, de tudo que tive que aturar, cuidar, brigar, discutir e deixar o autocontrole não entrar em falência. Apesar de tudo,vencemos e aprendemos que não precisamos servir lasanha mas arroz com feijão e no máximo um ovo frito de acompanhamento para agradar. E daqui sai uma dica – se realmente deseja alcançar tudo aquilo que almeja, não se desespere por conta de pedras espalhadas no caminho, pois tudo será recompensador se realmente gostar daquilo que faz e por isso não nos deixamos levar por conta disso. São coisas que acontecem.”
A importância de informar o que ocorre com cada profissional é justamente para que você, leitor e futuro telespectador, possa definir com maior facilidade o que fazer da sua vida, sem correr riscos de optar pela escolha errada e carrega-la pela eternidade. Quer ser jornalista? Publicitário? Comunicólogo? Percebeu que a rotina é pura loucura e correria? Então,a partir de agora faremos com que você absorva o maior conteúdo da carreira de sua preferência, com a próxima edição da TEM.
Enquanto isso na sala de edição...estamos planejando, agora felizes, de semblantes reluzentes, saltitantes e acima de tudo recuperadas dos traumas, nosso próximo capítulo com novidades e brevemente dando frutos e provando que chegamos pra ficar, porque a TEM sempre tem o melhor para você!!!
Se não fosse esse episódio, não saberia correr de salto alto rsss.
PS1: Publicamos 3 edições encontradas no site http://revistatem.hpg.com.br/
PS2: Por acaso da vida (de verdade), TEM é coincidentemente as iniciais de Tatiane, Elaine e Marisa.
Créditos:
Direção e Criação: Marisa Souza
Texto e Revisão: Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Design: Elaine Teixeira, Eduardo Silva, Marisa Souza
Pesquisa: Caio Vinícius, Jonathan Ramos, Cleber Mattos, Flávio Carlos, Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Revista TEM - sempre o melhor pra você
Universidade Cruzeiro do Sul, meados de 2003
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Recomeçar
Será que vale a pena???
"Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado… diferente?
Um novo curso…
ou aquele velho desejo de aprender a pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira… tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado… até a boca fica amarga.
Recomeçar… hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
se pensamos pequeno …coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes…
fotos… peças de roupa, papel de bala… ingressos de cinema, bilhetes de viagens…
e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora … mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas… Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade
"Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado… diferente?
Um novo curso…
ou aquele velho desejo de aprender a pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira… tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado… até a boca fica amarga.
Recomeçar… hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
se pensamos pequeno …coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes…
fotos… peças de roupa, papel de bala… ingressos de cinema, bilhetes de viagens…
e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora … mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas… Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade
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