Eis a história de uma das melhores presepadas como aluna de comunicação.
Putz, como eu lembrei disso?? rsss ... grandes recordações com a Marisa e a Elaine. Essa vai pra vcs!!!
Na verdade esse texto seria o editorial da revista, que agora não lembro porque não foi publicado =)
A revista TEM foi elaborada e vem sendo executada com o intuito de levar ao leitor, informações relacionadas ao seu cotidiano e interesse,dentre elas uma extensão sobre atualidades em sua carreira profissional. Como não poderia deixar de ser, nós da redação, que obrigatoriamente estamos sempre atualizadas em relação as nossas carreiras,fazemos uma extensão de nossa própria atualidade,descrevendo como surgiu a idéia de veicular uma produção desse nível, afinal, é a nossa realidade de comunicólogas e agentes de informação.Começando então como funciona a elaboração de roteiro a ser publicado... não tínhamos o que colocar aqui, então estamos “tapando o buraco” com isso... e você entenderá como trabalhamos e como nos dá trabalho trabalhar para trazer e fazer sempre o melhor pra você!!!
“ Tudo começou quando estávamos na faculdade e fora solicitado 2 projetos. Um deles era elaborar um roteiro a nossa escolha, já o outro não era tão agradável assim,era o abominável projeto interdisciplinar que tínhamos que apresentar por exigência da faculdade e do MEC na qual fazia-nos ler determinada obra que era indicada por eles e tomar inspiração através dela para elaborar um artigo jornalístico + 1 apresentação, porém, convertendo a história para a atualidade e que a interdisciplinaridade reinasse na matéria, ou melhor, no 1° furo jornalístico baseado em fabulas. Não somos nada experientes no assunto...o que fazer? Escrever não é uma tarefa fácil, mas quem gosta viaja quando pega um trabalho desses pra fazer... não é o caso da equipe,mas a correria da vida fez com que o aprofundamento no assunto não fizesse unidade entre nós. Os dias passam e de repente um estalo mental...eureca!!! Decidimos que o roteiro seria de um programa de TV!! Sobre o que? Eis que surgem varias idéias e expectativas de brigas na hora de decidir com qual delas trabalharíamos. Seguiu a idéia de fazer um guia eletrônico para exibir o dia a dia de um profissional de qualquer área, levando a atualidade de sua profissão e perfil necessário para sua qualificação no mercado de trabalho. Batizamos nossa obra prima de TEM NA CARREIRA. Então decidimos fazer uma ponte – interligar os projetos. E o que o programa tem a ver com o outroprojeto? Aparentemente nada, mas pensamos que com a divulgação do programa dentro do artigo jornalístico poderia chamar a atenção dos presentes e quem sabe a chance de veicula-lo na TV aberta...na CNU... enfim onde fosse. Como tudo não deixaria de ser divulgação de informações, tornamos o projeto da faculdade em revista – TEM sempre o melhor pra você !! E nosso artigo jornalístico tornou-se uma publicação interna aos interessados (logicamente a bancada que aplica os conceitos desse projeto). Pensamos em futuramente veicular as edições em distribuição externa assim que uma editora se interessar. O projeto em si ficou, modéstia parte, interessante, bem planejado, lógico, coerente e o artigo de grande valorização em conteúdo. Para que tudo desse certo e como a vida não é um mar de rosas, simplesmente a equipe apanhou do tempo para executa-lo. Foram dias, noites e madrugadas planejando como tudo seria e finalmente ver o produto final. Ele é tão elegante que abrimos uma homepage e e-mail para contatos.
Chega o dia de produzi-la!! A sala de edição (que na verdade era o laboratório de informática do núcleo de comunicação social) tornou-se um verdadeiro manicômio.Todos estavam estressados com o tempo que levamos para o planejamento e a pressão que os professores faziam em relação a maldita apresentação era muito forte. O medo dominava e desconcentrava não somente a nós mas todos os acadêmicos que pela primeira vez se submetiam a um desafio desse porte. E para completar o festiva lde pedradas, mandamos uma copia para a professora de Português, apelidada carinhosamente de “SINHÁ DO MAL” ou “TIA ANACONDA” para correção ortográfica e simplesmente nos pediu para refaze-lo!!
*Detalhe – faltavam nada mais nada menos do que três miseráveis dias para apresenta-lo.
Nosso trabalho foi por água abaixo e quase mandei a maldita refaze-lo de acordo com seu gosto. O que pensar numa hora dessas? Simplesmente perdemos o fio da meada, a paciência, o senso critico e acima de tudo nosso autocontrole que está sempre bem acompanhado de boas doses de educação e boa vontade. Sem escolha, tivemos que reproduzir o artigo em dois dias. Conseguimos finalizar a redação, mas faltava fazer a impressão. Nunca corremos tanto a procura de uma impressora como naquela sexta-feira, enlouquecemos...até que tive a bendita idéia de ir até onde trabalhava para conseguir a impressão, é pertinho mas as ruas são gigantescas subidas,verdadeiras ladeiras...tínhamos somente dez minutos para entrega-lo, incluindo o tempo que eu levaria para faze-la e o meu deslocamento entre os locais,fora o risco que eu corria em encontrar meu chefe por lá ou cair no meio do trajeto de tanta correria que fiz. Meu semblante estava maravilhoso quando retornei ao núcleo, parecia uma morta viva. Minhas colegas de redação ficaram assustadas com o que eu fiz, sem lembrar,logicamente, que não posso correr devido um problema no joelho,tampouco de salto...mas aprendi a fazer Cooper de salto alto...algo um tanto quanto aproveitável. Se alguém tivesse a cara de pau, o desaforamento e atrevimento de me pedir para leva-lo até a professora, juro que “quebraria as pernas” desse meliante, mas alertei meus colegas disso e porventura ela (a ANACONDA) o contrariasse novamente, não controlaria meus impulsos. Mas como alguma coisa durante o dia tinha que ser proveitosa, dessa vez deu tudo certo, ela disse que estava bom, mesmo sem ter concluído a leitura. Continuamos a trabalhar e por ser o ultimo dia, um segundo era muito tempo para ser perdido. A equipe permaneceu até as 17 horas...quer dizer...a menor parcela da equipe – Marisa e Elaine.Todos os pesquisadores se retiraram mais cedo e eu, já bem atrasada, fui trabalhar, o dever me chamava(engraçado que quando precisamos de tempo ele passa rapidamente, numa situação dessas e quando vamos trabalhar então...) e trabalhamos em casa também durante o fim de semana entendendo o que tínhamos feito para não passarmos vergonha diante do povo e construindo a homepage do projeto até 1 da madrugada,ou melhor, nossa revisora e diretora de arte e design Elaine assim o fez. Nosso psicológico permaneceu abalado por dias e a histeria das redatoras e revisoras estava pra lá de Bagdá!! Pena que não fizemos o vídeo com o making off da trabalheira que deu para pesquisar,organizar,diagramar,enquadrar e tudo que terminar com o sufixo “ar” para posteriormente darmos muitas gargalhadas após essa lavagem cerebral que sofremos,ou melhor, tortura psicológica. Ou seria mais uma tortura dar risadas das próprias desgraças? Dizem que é melhor rir do que chorar delas.
Eis que chega o dia da divulgação da revista e como não poderia deixar de ser, alguma coisa tinha que sair errada novamente. O equipamento da sala de apresentações “pifou”, deixamos que o nervosismo invadisse nosso consciente e quase que a casa caiu quando começamos a apresenta-lo...perdemos a linha de raciocínio de tamanha angustia. No fim tudo acabou com chiliques,compra de calmantes e muita água...quase secamos o bebedouro. Era hora de chorar as pitangas no leite derramado!!! Ao sairmos da sala,fizemos a analise geral do projeto e chegamos a conclusão de que somos um lixo, bando de fracassados, maldita idéia de fazer as coisas nesse rumo. Mas espera aí...nem tudo que reluz é ouro também... as coisas só não saíram da maneira que planejamos(como se fosse pouco). De qualquer forma já foi e conquistamos o sucesso com a divulgação da revista eletrônica e os professores que avaliaram a apresentação já portam o endereço e ,se for o caso, poderão reconsiderar alguns pontos e nossos colegas poderão ter acesso ao nosso artigo e fazer pesquisas. Contudo, são inesquecíveis as crises nervosas da criadora e diretora de redação Marisa; os consolos da espécie “não conseguiu?entrega pra Deus...” de Elaine; a folga, o sossego e falta de expressão da equipe masculina de reportagem,integrada por Caio, Jonathan, Eduardo, Cleber e Flavio e finalmente das noites em que eu não dormi, de tudo que tive que aturar, cuidar, brigar, discutir e deixar o autocontrole não entrar em falência. Apesar de tudo,vencemos e aprendemos que não precisamos servir lasanha mas arroz com feijão e no máximo um ovo frito de acompanhamento para agradar. E daqui sai uma dica – se realmente deseja alcançar tudo aquilo que almeja, não se desespere por conta de pedras espalhadas no caminho, pois tudo será recompensador se realmente gostar daquilo que faz e por isso não nos deixamos levar por conta disso. São coisas que acontecem.”
A importância de informar o que ocorre com cada profissional é justamente para que você, leitor e futuro telespectador, possa definir com maior facilidade o que fazer da sua vida, sem correr riscos de optar pela escolha errada e carrega-la pela eternidade. Quer ser jornalista? Publicitário? Comunicólogo? Percebeu que a rotina é pura loucura e correria? Então,a partir de agora faremos com que você absorva o maior conteúdo da carreira de sua preferência, com a próxima edição da TEM.
Enquanto isso na sala de edição...estamos planejando, agora felizes, de semblantes reluzentes, saltitantes e acima de tudo recuperadas dos traumas, nosso próximo capítulo com novidades e brevemente dando frutos e provando que chegamos pra ficar, porque a TEM sempre tem o melhor para você!!!
Se não fosse esse episódio, não saberia correr de salto alto rsss.
PS1: Publicamos 3 edições encontradas no site http://revistatem.hpg.com.br/
PS2: Por acaso da vida (de verdade), TEM é coincidentemente as iniciais de Tatiane, Elaine e Marisa.
Créditos:
Direção e Criação: Marisa Souza
Texto e Revisão: Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Design: Elaine Teixeira, Eduardo Silva, Marisa Souza
Pesquisa: Caio Vinícius, Jonathan Ramos, Cleber Mattos, Flávio Carlos, Tatiane Castilho, Elaine Teixeira, Marisa Souza
Revista TEM - sempre o melhor pra você
Universidade Cruzeiro do Sul, meados de 2003
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Recomeçar
Será que vale a pena???
"Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado… diferente?
Um novo curso…
ou aquele velho desejo de aprender a pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira… tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado… até a boca fica amarga.
Recomeçar… hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
se pensamos pequeno …coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes…
fotos… peças de roupa, papel de bala… ingressos de cinema, bilhetes de viagens…
e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora … mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas… Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade
"Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal
Um corte de cabelo arrojado… diferente?
Um novo curso…
ou aquele velho desejo de aprender a pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio…
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira… tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…
o mal humor vai comendo nosso fígado… até a boca fica amarga.
Recomeçar… hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
se pensamos pequeno …coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes…
fotos… peças de roupa, papel de bala… ingressos de cinema, bilhetes de viagens…
e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora … mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida…
para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes…
afinal de contas… Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
É ... Lembrei
As pessoas podem achar o que quiserem de mim. Ao ler o texto que segue abaixo, alguns com certeza não acreditarão. Pode ser que alguém interprete isso como um sonho psicografado, sei lá ... mas o que acredito ser interessante é o conteúdo, no sentido de que lembro exatamente do que se passou. Geralmente não costumo lembrar do que sonhei, mas por esses dias foi bem estranho. lembro que neste eu estava em um hospital público (aparentemente), sozinha, andando na enfermaria, aguardando para pegar algum medicamento. Depois sentei em uma cadeira, adormeci e com isso ouvi uma voz.
Essa voz era feminina, aparentemente de uma mulher jovem, mas não soube identificar quem seria a dona do timbre. Eu tenho certeza de que não conheço essa mulher. Foi um discurso breve, porem marcante. Era estranho porque eu não conseguia ver seu rosto, apenas um vulto, que repito,não soube identificar de quem seria. Ela dizia:
"Por esses dias tenho te observado. Torna-se cômico ver o quanto o tempo passou depressa em sua vida e o reboliço que nela passou. Dos tempos que você olhava para o céu e ofertava bom dia ao sol, na chegada da escola o cumprimento nazista, porém com idéias comunistas, sonhadora em realizar-se profissionalmente. Das aulas em que as idéias da sua máfia eram contra a história mundial e que um de seus sonhos mirabolantes era invadir o Planalto Central gritando "anauê".
Lembra quando você tinha um partido político revolucionário de rockeiros?
Quantas coisas enfadonhas foram suportadas e o tempo se mostrou amigo, quantos desvios queriam entortar seus passos, quantas facadas levou seu coração. Várias experiências que modelaram a mulher que és hoje. Se acostumar com situações faz parte de um sistema que nos exige isso, afinal, precisamos sobreviver de alguma forma, nos adequar. Maldito ser que inventou o tal sistema, vivemos através de fórmulas hipócritas e não de ações. É por isso que vc é forte.
Lembra-se dos momentos de felicidade? Das loucuras da faculdade? Das aulas de inglês, das atividadesna igreja? 24h por dia na atividade? Das pessoas que conheceu por onde trabalhou? Dos alunos que pediram pra vc voltar? Do louvor em seu diploma? Das menções honrosas? Do circo que foi a sua colação de grau? Pois é garota, vc cresceu e sobreviveu ás dúvidas, as maluquices, suportou seus pais, por mais que seu coração agonizava e era contrariado por sua razão.
Lembra que vc queria que sua opinião mudasse o mundo e a opinião dos outros muitas vezes te serviu de passatempo?
Lembra do dia em que vc tinha seu diploma nas mãos?
Lembra de quando vc conheceu sua melhor amiga? Lembra que sempre tem em pensamento aqueles que vc verdadeiramente ama?
Lembra-se dos momentos em que vc estremeceu??
Lembra-se das vezes em que não mediu esforços para estar e ajudar a quem vc aprecia?
Estes e outros episódios de sua vida não voltam mais. Contudo, vc pode ter certeza que és dona de um baú de recordações de valor imensurável. Portanto, pense: toda vez que seu corpo padecer, vc tem cura em suas mãos - é só abrir este baú. E nunca mais precisará voltar a este hospital. Estou aqui em tua guarda."
Depois deste episódio, não lembro se este sonho continuou, mas sei que logo acordei. E continuo em busca de encontrar a dona do timbre.
Essa voz era feminina, aparentemente de uma mulher jovem, mas não soube identificar quem seria a dona do timbre. Eu tenho certeza de que não conheço essa mulher. Foi um discurso breve, porem marcante. Era estranho porque eu não conseguia ver seu rosto, apenas um vulto, que repito,não soube identificar de quem seria. Ela dizia:
"Por esses dias tenho te observado. Torna-se cômico ver o quanto o tempo passou depressa em sua vida e o reboliço que nela passou. Dos tempos que você olhava para o céu e ofertava bom dia ao sol, na chegada da escola o cumprimento nazista, porém com idéias comunistas, sonhadora em realizar-se profissionalmente. Das aulas em que as idéias da sua máfia eram contra a história mundial e que um de seus sonhos mirabolantes era invadir o Planalto Central gritando "anauê".
Lembra quando você tinha um partido político revolucionário de rockeiros?
Quantas coisas enfadonhas foram suportadas e o tempo se mostrou amigo, quantos desvios queriam entortar seus passos, quantas facadas levou seu coração. Várias experiências que modelaram a mulher que és hoje. Se acostumar com situações faz parte de um sistema que nos exige isso, afinal, precisamos sobreviver de alguma forma, nos adequar. Maldito ser que inventou o tal sistema, vivemos através de fórmulas hipócritas e não de ações. É por isso que vc é forte.
Lembra-se dos momentos de felicidade? Das loucuras da faculdade? Das aulas de inglês, das atividadesna igreja? 24h por dia na atividade? Das pessoas que conheceu por onde trabalhou? Dos alunos que pediram pra vc voltar? Do louvor em seu diploma? Das menções honrosas? Do circo que foi a sua colação de grau? Pois é garota, vc cresceu e sobreviveu ás dúvidas, as maluquices, suportou seus pais, por mais que seu coração agonizava e era contrariado por sua razão.
Lembra que vc queria que sua opinião mudasse o mundo e a opinião dos outros muitas vezes te serviu de passatempo?
Lembra do dia em que vc tinha seu diploma nas mãos?
Lembra de quando vc conheceu sua melhor amiga? Lembra que sempre tem em pensamento aqueles que vc verdadeiramente ama?
Lembra-se dos momentos em que vc estremeceu??
Lembra-se das vezes em que não mediu esforços para estar e ajudar a quem vc aprecia?
Estes e outros episódios de sua vida não voltam mais. Contudo, vc pode ter certeza que és dona de um baú de recordações de valor imensurável. Portanto, pense: toda vez que seu corpo padecer, vc tem cura em suas mãos - é só abrir este baú. E nunca mais precisará voltar a este hospital. Estou aqui em tua guarda."
Depois deste episódio, não lembro se este sonho continuou, mas sei que logo acordei. E continuo em busca de encontrar a dona do timbre.
sábado, 1 de novembro de 2008
Segundos nostágilcos
Para não passar o dia em branco.
Hoje faz 2 anos que uma etapa muito importante na minha vida terminou. Aquele momento era como se eu estivesse dando a luz a quíntuplos e fazendo uma breve analogia, dei a mesma importância que uma mãe presta ao nascer seu filho. Senti saudades até do momento em que tive meu book nos braços, admirando minha obra de arte. Claro que, os outros 6 artistas que me acompanharam na produção dessa obra estavam tão admirados quanto eu. Exatamente nesta data entregava aos meus mestres o melhor que pudemos fazer.
Mal poderíamos esperar que alguns dias depois, seríamos alvos de um anfiteatro superlotado, ao ponto de muitas pessoas ficarem em pé. Éramos alvos de aplausos, elogios da banca, de frases que jamais se apagarão de nossas memórias. Ovacionados por toda a universidade, a maior nota entre todos os projetos, o melhor projeto e a indicação para representar a universidade no principal órgão de profissionais de propaganda do país.
E no dia da minha colação de grau jurei algo que dizia mais ou menos assim:
"Como Bacharel em Comunicação Social, prometo buscar meus ideais, seguindo a meta de trabalho que livremente escolhi. Comunicando com ética, honestidade e responsabilidade, aquilo que aprendi. Prometo promover a aproximação entre as pessoas, para que possam compreender o sentido da comunicação na sociedade e na humanidade."
E assim fui outorgada ... me fiz publicitária!!!
É ... o tempo passou depressa.
Hoje faz 2 anos que uma etapa muito importante na minha vida terminou. Aquele momento era como se eu estivesse dando a luz a quíntuplos e fazendo uma breve analogia, dei a mesma importância que uma mãe presta ao nascer seu filho. Senti saudades até do momento em que tive meu book nos braços, admirando minha obra de arte. Claro que, os outros 6 artistas que me acompanharam na produção dessa obra estavam tão admirados quanto eu. Exatamente nesta data entregava aos meus mestres o melhor que pudemos fazer.
Mal poderíamos esperar que alguns dias depois, seríamos alvos de um anfiteatro superlotado, ao ponto de muitas pessoas ficarem em pé. Éramos alvos de aplausos, elogios da banca, de frases que jamais se apagarão de nossas memórias. Ovacionados por toda a universidade, a maior nota entre todos os projetos, o melhor projeto e a indicação para representar a universidade no principal órgão de profissionais de propaganda do país.
E no dia da minha colação de grau jurei algo que dizia mais ou menos assim:
"Como Bacharel em Comunicação Social, prometo buscar meus ideais, seguindo a meta de trabalho que livremente escolhi. Comunicando com ética, honestidade e responsabilidade, aquilo que aprendi. Prometo promover a aproximação entre as pessoas, para que possam compreender o sentido da comunicação na sociedade e na humanidade."
E assim fui outorgada ... me fiz publicitária!!!
É ... o tempo passou depressa.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Os males também são para o bem
Há males que realmente aparecem para praticar o bem. Isso constantemente tem me perseguido e feito com que eu exercitasse mais e melhor os meus pensamentos. Neste momento sou consumida por sentimentos quase indomáveis e premonições (eu não suporto a segunda colocação, mas acontece) que me deixam impaciente. Para a minha tristeza, as capsulas da felicidade acabaram, acho que é hora de visitar o consultório médico novamente. Pensei que sem a companhia delas eu voltaria ao meu estado quase psicótico, mas não. Vi que estava bem e não me sinto dependente, mas tive vontade de ir ao MC Donalds e a tpm voltou com força total.
Por esses dias estive pensando no perído em que quase guinei a minha vida. Pensei "chegou a hora", mas me decepcionei com o resultado. Sei que ocorreram injustiças durante esse processo, mas foi melhor assim. Hoje agradeço por não ter passado por ele de forma ilícita e não estar mais infeliz do que antes. Agradeço também por me afastar de algumas pessoas por conta do tempo e da indisponibilidade. Isso me mostra que sentir saudades também é bom, e como disse alguém um dia (não me recordo quem), "é melhor do que caminhar sozinho". Também é interessante sentir na pele o quanto algumas pessoas e hábitos me faz falta e que ainda, tenho necessidade de atrair novidades, de despertar os sentidos.
Ás vezes eu não me reconheço, mas enfrento uma guerra todos os dias para resetar algumas situações... e o meu silêncio continua me protegendo, mas também me envenenando.
Por esses dias estive pensando no perído em que quase guinei a minha vida. Pensei "chegou a hora", mas me decepcionei com o resultado. Sei que ocorreram injustiças durante esse processo, mas foi melhor assim. Hoje agradeço por não ter passado por ele de forma ilícita e não estar mais infeliz do que antes. Agradeço também por me afastar de algumas pessoas por conta do tempo e da indisponibilidade. Isso me mostra que sentir saudades também é bom, e como disse alguém um dia (não me recordo quem), "é melhor do que caminhar sozinho". Também é interessante sentir na pele o quanto algumas pessoas e hábitos me faz falta e que ainda, tenho necessidade de atrair novidades, de despertar os sentidos.
Ás vezes eu não me reconheço, mas enfrento uma guerra todos os dias para resetar algumas situações... e o meu silêncio continua me protegendo, mas também me envenenando.
Salto fino
Eita confusão da porra!! Burrice do caralho!!!
Aqui eu posso soltar o verbo sem medo de ser feliz =)
Estou confusa ... melhor dizendo, isso não é uma confusão, é uma incerteza. Incerteza de como agir diante dessa situação. Tenho medo de perder o que já tenho, é um risco enorme. Não sei se daria um passo maior do que a minha perna alcança, não posso quebrar o salto fino. Ainda não descobri com qual arma começar a enfrentar essa batalha, ás vezes, por incrível que pareça, tenho receio de ser direta, justamente porque não gosto e não posso perder o que já é meu, minhas conquistas, independente do setor, são como jóias valiosíssimas, que prezo e guardo mais do que a minha própria vida. Não tenho medo de mudanças, ao contrário, sou totalmente a favor e adaptável, mas essa em específico ... teria a capacidade de me conduzir para o céu ou para o inferno. Esta seria uma mudança, uma mudança de condição, de circunstância ao que já existe.
Dizem que quem não arrisca, não petisca, mas como eu não vou com a cara de clichês ... salve-se quem puder.
Aqui eu posso soltar o verbo sem medo de ser feliz =)
Estou confusa ... melhor dizendo, isso não é uma confusão, é uma incerteza. Incerteza de como agir diante dessa situação. Tenho medo de perder o que já tenho, é um risco enorme. Não sei se daria um passo maior do que a minha perna alcança, não posso quebrar o salto fino. Ainda não descobri com qual arma começar a enfrentar essa batalha, ás vezes, por incrível que pareça, tenho receio de ser direta, justamente porque não gosto e não posso perder o que já é meu, minhas conquistas, independente do setor, são como jóias valiosíssimas, que prezo e guardo mais do que a minha própria vida. Não tenho medo de mudanças, ao contrário, sou totalmente a favor e adaptável, mas essa em específico ... teria a capacidade de me conduzir para o céu ou para o inferno. Esta seria uma mudança, uma mudança de condição, de circunstância ao que já existe.
Dizem que quem não arrisca, não petisca, mas como eu não vou com a cara de clichês ... salve-se quem puder.
Ooouuuutra do Jabour
Esse texto é uma comédia, literalmente
Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais. Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte. Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício - entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho - mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna: A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos.
Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos? Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista, compositor e intérprete baiano é conhecido como pai da preguiça Passa 4/5 do dia deitado numa rede, bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, leva 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico, completou 90 anos e nada indica que vá morrer tão cedo.
Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde... E viva o sedentarismo ocioso!!!Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda eternidade para ser só osso!!!
Então: NÃO FAÇA MAIS DIETA!! Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA!!!
Ah! me responda uma coisa:- Elefante, come o que?????
VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP!!!
Você tem pneus??? Lógico, todo avião tem!!!
Arnaldo Jabor
Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais. Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte. Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício - entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho - mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna: A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos.
Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos? Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista, compositor e intérprete baiano é conhecido como pai da preguiça Passa 4/5 do dia deitado numa rede, bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, leva 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico, completou 90 anos e nada indica que vá morrer tão cedo.
Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde... E viva o sedentarismo ocioso!!!Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda eternidade para ser só osso!!!
Então: NÃO FAÇA MAIS DIETA!! Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA!!!
Ah! me responda uma coisa:- Elefante, come o que?????
VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP!!!
Você tem pneus??? Lógico, todo avião tem!!!
Arnaldo Jabor
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